2001-06) Discos rígidos e unidades de fita
1) Instalação de um segundo HD
Tenho um HD de 10Gb, e estou tentando instalar outro HD para fazer backup e
outras coisas, só que no HD não tem o manual ensinando como jumpear para
aceitar o outro, como Slave já tentei de tudo, mas não consigo, o drive de CD
era ligado como Primary Slaver do HD, dai tirei e coloquei ele como Secundary
Slave, fiz certo?
Resposta:
Se você não tem o manual do segundo disco rígido, deixe-o usando a
configuração de fábrica. Assim ele poderá operar sozinho, ligado na
interface IDE secundária, operando como Master. O seu drive de CD-ROM deverá
ser configurado como Slave e ser ligado na interface IDE primária, junto com o
seu primeiro disco rígido. Este primeiro disco rígido terá que ser
configurado como “Master com Slave”. É fácil fazer esta configuração, já
que você possui o manual deste primeiro HD. Mesmo que você não tenha o manual
do primeiro HD, é possível (muitos aceitam esta configuração) deixá-lo também
com a configuração de fábrica (Master), o que normalmente não impedirá o
funcionamento do drive de CD-ROM como Slave.
2) Limite de 8 GB
Adquiri um HD com 10 Gb (Quantum) e quando fui instalar em uma máquina
(pentium 233 mmx, peuntium 133 mmx) este só reconheceu o HD como sendo de 8 GB.
Você tem algum soft que reconheça o tamanho correto para essas máquinas?
Resposta:
Este problema ocorre com BIOS antigos. O BIOS Award posterior a 1/nov/97 e o
BIOS AMI posterior a 1/jan/98 são os capazes de reconhecer HDs com mais de 8.4
GB. O problema pode ser resolvido através da atualização do BIOS. Na área de
artigos de www.laercio.com.br você
encontrará um artigo que explica como atualizar. Basicamente será preciso
descobrir o fabricante da sua placa de CPU e fazer o download do novo BIOS e do
seu programa de gravação. Note entretanto que esta atualização não é 100%
segura. Se ocorrer algum travamento ou faltar energia elétrica durante a
atualização, seu BIOS ficará inutilizado e a placa de CPU não mais funcionará.
Será preciso um bom técnico para tentar recuperar o seu BIOS, o que também
nem sempre é possível. Um método mais seguro é utilizar um programa que
atualiza as funções de acesso ao disco sem alterar o BIOS, como o Disk
Manager. Consulte o site do fabricante do seu disco rígido (www.quantum.com)
para obter este programa.
3) HDs de alto desempenho
Gostaria que você cita-se qual marca e modelo de HD (IDE) possui maior RPM.
E mais! Se isto está totalmente relacionado à data transfer. Em caso negativo
por favor nos dê o HD com maior velocidade em transferência de dados
(IDE). Creio ter em você as respostas mais exatas, sem medo de estar fazendo
"Merchandising" ou sendo "Endoser" de algum distribuidor.
Grato!
Resposta:
Vamos restringir nossa discussão aos discos IDE, pois são os mais usados.
Se preço não for problema, o HD mais veloz será certamente um modelo SCSI,
mas eles custam de 2 a 4 vezes mais que modelos IDE de mesma capacidade. Levando
em conta modelos IDE, a maior taxa de transferência interna será aquela
verificada quando as cabeças recebem mais bits por unidade de tempo. Quando um
HD tem velocidade de rotação elevada, ele tende a fornecer mais bits por
unidade de tempo, mas o mesmo efeito pode ser obtido com uma rotação mais
baixa e armazenando mais bits em cada trilha, ou seja, com maior densidade de
gravação. Todos os fabricantes de HDs oferecem modelos em duas categorias:
Alto desempenho e baixo custo. Os modelos de alto desempenho em geral apresentam
maior velocidade de rotação (em geral 7200 RPM) e têm maior número de bytes
em cada trilha, e custam um pouco mais caro. Os modelos de baixo custo
apresentam desempenho menor, podem ter menos bytes por trilha e em geral giram a
velocidades menores, quase sempre em 5400 RPM. Nenhum fabricante pode ser
classificado como campeão de velocidade. Todos detém tecnologias
aproximadamente iguais e oferecem várias opções de desempenho/custo. Seja
qual for o fabricante escolhido, verifique no seu site quais são os modelos da
linha Performance ou Professional. Entre as informações apresentadas,
verifique a chamada Internal Transfer Rate, normalmente indicada em Mbits por
segundo. Divida por 8 para saber a taxa em Mbytes/s. Quanto maior for esta taxa
de transferência interna, melhor será o desempenho. Quanto à taxa de transferência
externa, os discos ficam mais ou menos empatados, mesmo comparando modelos mais
baratos e mais caros. Praticamente todos os modelos atuais adotam o padrão
ATA-100, transferindo dados a 100 MB/s. Na prática esta velocidade não é
verificada, pois o disco nunca consegue ler dados da mídia de forma
suficientemente rápida para aproveitar integralmente esses 100 MB/s. Quanto à
confiabilidade, prefiro os modelos da Seagate e da Quantum, mas não posso
testar todos eles. Realmente os fabricantes e distribuidores não se interessam
em promover seus produtos no meio técnico, por exemplo enviando discos para
avaliação. Tenho que comprar tudo, o que nem sempre consigo.
4) Particionando um disco rígido
Caro Laércio, estou com o seguinte problema: Um amigo meu me vendeu um HD
de 10Gb da Quantum, só que ele está particionado (em três partes). Como devo
fazer para eliminar as partições?
Resposta:
É preciso saber usar o programa FDISK. A operação deste programa está
bem detalhada nos artigos sobre instalação de discos rígidos, em www.laercio.com.br.
Em linhas gerais, você precisará de um disquete contendo o boot (pode ser
gerado com o comando Painel de Controle / Adicionar e remover programas / Disco
de inicialização). Depois grave neste disquete os programas FDISK.EXE e
FORMAT.COM, ambos encontrados no diretório C:\WINDOWS\COMMMAND. Obviamente a
geração deste disquete deve ser feita em um computador que já tenha o Windows
instalado, preferencialmente com a mesma versão que você pretende instalar no
seu novo disco rígido.
Instale este disco no seu computador, sozinho (Master da interface IDE primária).
Faça um boot com o disquete e use o programa FDISK. Na tela apresentada
inicialmente pelo FDISK responda “S”, para usar a FAT32 (suporte a unidades
de alta capacidade). Use a opção 4 para visualizar as partições deste HD.
Como está dividido em três partes, ele tem uma partição primária (C) e uma
partição estendida contendo dois drives lógicos (D e E). Use então os
seguintes comandos do FDISK:
* Excluir partição ou drive lógico
* Excluir drive lógico - D
* Excluir drive lógico – E
* Excluir partição estendida
* Excluir partição primária
Neste ponto o seu HD estará como veio de fábrica, sem
partição alguma. Use agora o comando 1 do FDISK para fazer o novo
particionamento. Se quiser usar o disco inteiro como um único drive C, basta
responder às 4 perguntas seguintes do FDISK com ENTER. Reinicie o computador e
agora você já poderá instalar o Windows.
5) Ultra DMA e SCSI
Existe HD Ultra DMA SCSI? O que significa e onde posso
encontrar informações a respeito?
Resposta:
Não existe HD Ultra DMA SCSI. O termo “Ultra DMA” aplica-se a discos
IDE. São os modos Ultra DMA-33, Ultra DMA-66 e Ultra DMA-100, também chamados
de ATA-33, ATA-66 e ATA-100, respectivamente. Esses três modos de transferência
possuem taxas de 33 MB/s, 66 MB/s e 100 MB/s, e operam através de uma técnica
conhecida como DMA – Acesso direto à memória. Nesta modalidade, o
processador não precisa perder tempo nas leituras e gravações do disco. Basta
que sejam passadas ao controlador de disco, algumas informações básicas como
o endereço de memória, o local do disco e o número de bytes a serem
transferidos. Enquanto a leitura ou a gravação é feita, o processador fica
livre para realizar qualquer outro tipo de processamento. Quando a transferência
termina, o controlador de disco avisa o processador sobre o término. Desta
forma é possível, por exemplo, ter o processador descomprimindo um vídeo
digital e colocando as imagens na tela, ao mesmo tempo em que o arquivo de vídeo
é lido do disco rígido ou de um CD-ROM. Antes das transferências em DMA serem
comuns nos PCs, era utilizado um outro método, simples porém ineficiente,
chamado PIO (entrada e saída programada). Nesta modalidade o processador fica
integralmente ocupado com as operações de leitura e gravação, byte após
byte.
As interfaces para discos rígidos SCSI também operam com
DMA. Os modos de transferência utilizados pelo padrão SCSI recebem entretanto
nomes diferentes. Encontramos termos como Ultra-80, Ultra-160 e Ultra-320, por
exemplo. De comum entre os padrões IDE e SCSI estão apenas as transferências
por DMA e o uso do termo “Ultra”. Mesmo assim não empregamos termos como
Ultra DMA SCSI, e sim, Ultra-80 SCSI, Ultra-160, etc. O chamado Ultra-80 SCSI,
por exemplo, utiliza uma taxa de transferência de 80 MB/s. A velocidade máxima
empregada dependerá do disco rígido e da interface SCSI utilizada. Ou seja,
para que um disco rígido SCSI Ultra-80 opere com 80 MB/s, é preciso utilizar
uma placa de interface que seja no mínimo Ultra-80 SCSI.
Você encontrará inúmeras informações sobre SCSI em www.adaptec.com.
6) Instalação de um segundo HD
Meu micro é um AMD K6 II 400 Mhz, HD 6.4 GB Ultra DMA, 64 MB RAM. Gostaria
de obter instruções de como instalar um segundo disco rígido na máquina.
O HD que pretendo colocar é o SEAGATE Medalist 2132 ST32132A de 2.2 GB. Não
pretendo fazer partição do HD do PC, pois a quero instalar o LINUX neste
segundo HD. Gostaria de saber se além do HD que tenho em mãos, o que mais
preciso comprar.
Resposta:
Antes de mais nada, lembro que existem instruções detalhadas sobre instalação
de discos rígidos na área de artigos de www.laercio.com.br. Recomendo que você
instale o segundo HD como Slave na interface IDE secundária. Para isto será
preciso configurar seus jumpers como Slave, e configurar os jumpers do primeiro
HD como “Master com Slave”. Ambos serão ligados no mesmo cabo flat, ligado
na interface IDE primária da placa de CPU. A posição do HD no cabo (meio ou
extremidade) não tem influência sobre a “letra” a ser destinada ao disco,
o que importa são os jumpers Master/Slave. Será preciso usar o comando Detect
IDE no CMOS Setup para identificar os parâmetros do novo disco (cilindros, cabeças
e setores). É claro, o novo disco precisa ser aparafusado ao gabinete e ligado
na fonte de alimentação. Execute um boot através de um disquete e use o
programa FDISK. Use o comando 5 para selecionar o disco 2 (novo). Use a seguir o
comando 3 para deletar todas as partições do HD que está sendo instalado.
Isto será necessário para permitir a instalação do Lunix. Terminada a operação,
execute um boot com o CD de instalação do Linux e quando for perguntado,
escolha a instalação no segundo HD. O Windows ficará no primeiro disco e o
Linux ficará no segundo. Terminada a instalação do Linux, passará a entrar
em ação um gerenciador de boot do Linux, ocasião em que você escolherá o
boot pelo Windows ou pelo Linux.
7) Clusters danificados
Tenho um PC que de uns tempos para cá apresenta um problema de erro na
unidade C. Ao reiniciar a máquina, a mesma abre em modo de segurança, caindo
na tela exame de superfície, apresentando dados sobre clusters utilizados e
danificados. Gostaria de saber como eliminar este problema.
Resposta:
A primeira tentativa de solução é deixar o Scandisk fazer o seu trabalho
até o fim, e depois disso poderá deixar de apresentar os problemas. Se isto não
resolver, inicie o Windows no modo normal e comande um exame de superfície, que
também deverá ir até o final. Se o computador continuar teimando em passar o
Scandisk, sugiro que o disco rígido seja formatado. A seguir execute um boot
com o disquete de inicialização e use o programa SCANDISK.EXE (versão para
MS-DOS) existente no CD-ROM de instalação do Windows. Depois que o disco
estiver “limpo e testado”, faça a instalação do Windows.
8) Aumentando o desempenho do disco rígido
Tenho um AMD Athlon 900 Mhz com placa mãe Asus A7V133, HD Quantum de 30 GB
UDMA 100, Sound Blaster Ensoniq e uma placa de vídeo Annihilator mx 2 de 32MB e
128 MB. Queria saber se posso habilitar a opção DMA no painel de controle e se
posso colocar o usuário como servidor de rede.
Resposta:
Sim, para obter o máximo desempenho do disco rígido é preciso fazer essas
duas configurações. As transferências por DMA, caso habilitadas, tornarão
possível obter a taxa de transferência externa de 100 MB/s, suportada pelo seu
disco rígido e pela sua interface IDE. Se não for habilitada, seu disco irá
operar em PIO Mode 4, com apenas 16,6 MB/s. Além disso na transferência por
DMA a interface faz todo o trabalho, deixando o processador livre para outras
tarefas. No modo PIO, o processador fica totalmente dedicado ao trabalho de
transferência de dados, tornando o PC lento quando são executadas tarefas em
paralelo com a transferência de disco. Para habilitar o DMA, entre no
Gerenciador de Dispositivos, clique no item Unidades de disco e depois em
Generic IDE Disk type 47. Selecione a guia Configurações e marque a opção
DMA. Será preciso reiniciar o computador. A outra providência é habilitar o
uso do sistema de arquivos na modalidade ”Servidor”. Se isto não for feito,
o Windows não aproveitará da melhor forma a memória disponível como cache de
disco. Para esta configuração, clique em Meu Computador com o botão direito
do mouse e escolha a opção Propriedades. Selecione a guia Desempenho, depois
Sistema de arquivos. Finalmente no item Função deste computador, escolha a opção
Servidor de rede. Reinicie o computador. Ambas as configurações deveriam ter
sido feitas pelo produtor do seu PC, mas infelizmente a maioria deles esquece
deste ajuste – é a triste verdade, existem muitas pessoas despreparadas
montando e vendendo PCs. Lembro ainda que o uso da opção DMA em PCs antigos
(até 1997) pode apresentar incompatibilidades e travamentos. A configuração
pode ser desfeita pelo mesmo processo aqui descrito, ou em último caso, através
da restauração do registro. Para esta restauração, execute um boot no modo
MS-DOS e digite SCANREG. Use o comando “Exibir backups”, selecione o backup
mais recente, imediatamente anterior à configuração que causou problemas e
finalmente use o comando Restaurar.
9) Scandisk e Desfragmentador não funcionam
Uso o Windows 98 e, recentemente, está acontecendo o seguinte com as operações
do Scandisk e da desfragmentação: quando comando o início da operação de
uma qualquer destas duas funções, o quadro correspondente inicial da função
é apresentado na tela; o seu ícone é mostrado com animação habitual, mas não
há qualquer progresso no andamento da função e, portanto, ela não se
realiza. Não é mostrada também nenhuma mensagem de erro. O que está
acontecendo?
Resposta:
Você pode ter instalado algum programa que interferiu com o funcionamento
do disco, provavelmente um utilitário. Programas anti-vírus podem causar este
efeito. Antes de usar o Scandisk, use Control-Alt-Del e elimine os programas que
aparecem na lista de tarefas ativas. Depois que o Scandisk terminar, você pode
usar o desfragmentador. Uma outra opção é fazer o boot no Windows usando o
modo de segurança. Recebo várias cartas relatando anomalias nos programas
Scandisk e Desfragmentador, e normalmente o boot no modo de segurança resolve o
problema. Um outro caminho bom é usar ao invés desses programas, o Norton Disk
Doctor e o Norton Speed Disk. Você pode encontrar esses programas na revista
Expert Premium, que reúne os programas Norton Utilities 4, Norton Antivírus 5,
Norton Crashguard 4, PC AnyWhere 8, Norton CleanSweep 4.5 e WinFax Pro 8, tudo
por R$ 15,00. Vale a pena. Já saiu de circulação das bancas, mas ainda é
possível encontrar nas lojas e livrarias especializadas em informática.
10) Drive C não é reconhecido depois do FORMAT
Resolvi reinstalar todos os meus programas por causa da lentidão do PC. Após
dar um "Format c:" o drive C: não era mais reconhecido. Entrei no
Fdisk e recebi a seguinte mensagem: "Erro no disco fixo". Então, ele
não me deixa fazer mais nada. Não consigo entrar no Fdisk nem fazer um Format
c:/s. O que pode estar acontecendo? Tem alguma solução?
Resposta:
O comando FORMAT C: não faz com que ocorra erro no disco rígido, a menos
que você esteja usando um software como o EZ-Drive. Este software é usado
quando o BIOS não reconhece a capacidade total do disco rígido. Muitas placas
de CPU 486 antigas reconheciam discos com no máximo 504 MB e precisavam deste
software para vencer esta barreira. Entre 1995 e 1998 ocorreram os mesmos
problemas nas barreiras de 2 GB e 8 GB. Se o seu disco rígido estava instalado
com este tipo de software, repita a instalação. Um outro método para resolver
o problema é fazer uma atualização de BIOS, o que normalmente dá suporte a
discos de maior capacidade. De qualquer forma, não recomendo que você faça
isso se não tiver experiência, é melhor pedir a ajuda de um técnico ou de um
colega com experiência. Se você tivesse dado mais informações sobre sua
placa de CPU e seu disco rígido eu poderia ter dado mais detalhes sobre o
procedimento.
11) Ultra DMA no Windows
Desde os primeiros Windows que já instalei, sempre tive o cuidado de ativar
a opção DMA do HD e CD-ROM, além de outras dicas para obter melhor
desempenho. Instalei em minha máquina um HD Quantum Plus AS de 20GB, com
Windows Me. A performance quase que dobrou. Mas se ativar o DMA do Windows, a máquina
não inicializa e entra num ciclo vicioso de Modo de Segurança. E eu só
consigo entrar no Windows para desmarcar o DMA através do Setup (quando é
desabilitado o suporte para UDMA). No setup, com todas as opções de Pio Mode,
Ultra DMA etc. ativados, o Bios detecta o HD corretamente como UDMA5, assim como
os dispositivos de
CD-ROM e CD-RW como UDMA2. O CD-RW (um HP 9300i) só funciona bem se não tiver
o DMA no Windows ativado. O que está acontecendo? O Windows não é capaz de
acompanhar a tecnologia dos dispositivos IDE´s, atualmente mais rápidos?
Resposta:
A primeira coisa a fazer é checar se o cabo IDE de 80 vias está conectado
corretamente. O conector diferente, normalmente de cor azul, deve ser ligado na
placa de CPU, e os demais no disco rígido (ou discos rígidos). Deixe o drive
de CD-ROM e o gravador de CDs ligados na interface IDE secundária. Como operam
em Ultra DMA modo 2 (33 MB/s), podem utilizar um cabo flat IDE de 40 vias. Também
é preciso que esteja instalado o driver de Ultra DMA para a sua placa de CPU.
Entre no site do fabricante da sua placa de CPU e faça o download dos drivers,
na versão para Windows ME. Em geral os fabricantes indicam os drivers obtidos
no fabricante do chipset. Se você descobrir qual é o chipset (isto está
indicado no manual da placa de CPU), poderá obter os drivers diretamente deste
fabricante. A VIA, por exemplo (www.via.com.tw)
oferece drivers que são gerais para todos os seus chipsets, e têm funcionado
muito bem em todas as placas com chipsets VIA que tenho testado.
12) DMA pode causar problemas?
Li sobre habilitação do DMA para obter um maior desempenho no HD. Ao
tentar habilitar, quando marquei a opção DMA, apareceu a seguinte mensagem:
"A alteração desta configuração pode causar efeitos indesejados em seu
hardware. Contacte o fabricante de seu hardware para garantir que essa configuração
pode ser usada. Clique em OK para continuar". Gostaria de saber se ao
habilitar pode ocorrer algum erro a ponto de não ter jeito de desabilitar
novamente (o computador não ligar, não entrar no Windows ou ligar mas travar).
É possível desfazer a configuração sem usar a restauração do registro?
Corro o risco de perder os dados que estão gravados em meu HD? Gostaria de
saber o mesmo ao habilitar o uso do sistema de arquivos na modalidade
"servidor".
Resposta:
Esta mensagem sempre aparece quando ativamos o DMA. O problema é que apesar
deste recurso estar disponível, muitos fabricantes não o utilizavam. Como
resultado, vários bugs de hardware em discos rígidos e em interfaces IDE não
foram solucionados, já que o modo DMA não era usado. Quando o ativamos, é
possível que em algum desses modelos antigos (anteriores a 1998) ocorram
problemas. Por isso o Windows como padrão não ativa o DMA, e apresenta esta
mensagem de advertência para o caso do usuário tentar habilita-lo. Cabe ao
fabricante do computador testar o seu funcionamento e liberar seus PCs já com
este recurso testado e habilitado. Eu diria que se o seu PC é posterior a 1998,
existe 99% de chance de não existirem problemas. Caso ocorram problemas
(travamento no acesso ao disco rígido), é fácil reverter a configuração. Faça
um boot no modo MS-DOS e use o programa SCANREG. Use a opção Exibir Backups,
selecione o backup feito antes da alteração e use o comando Restaurar. A
configuração de DMA estará então desfeita.
13) Cabo de 80 vias
Pegando carona na coluna de 27 de setembro, quanto à melhoria na
performance do HD, fiz a mudança para DMA, que deu certo. Mas gostaria de saber
o que mais precisa ser configurado, pois não tenho a matéria do dia 31 de
maio. Pelo que já tive informações, seria conveniente a troca do cabo lógico
que liga o HD à placa? Outra coisa: como devo proceder para rodar o scandisk e
o desfragmentador tendo em vista que os mesmos ficam inicializando a toda hora?
Resposta:
O cabo flat IDE de 80 vias é necessário para operar nos modos ATA-66 e
ATA-100. Placas de CPU com esta capacidade já vêm acompanhadas com este tipo
de cabo, portanto a princípio não é preciso fazer a troca. Existe uma exceção:
muitos produtores de PCs, ao instalarem um disco rígido ATA-33, que funciona
com cabo de 40 vias, podem guardar o cabo de 80 vias e instalar no micro do usuário
um cabo de 40 vias, o que causará transtorno caso o usuário instale
futuramente um HD ATA-66 ou superior. Como você habilitou o DMA, seu disco rígido
está agora operando com a máxima taxa permitida pelo cabo, pela placa de CPU e
pelo próprio disco. Uma outra configuração deve ser feita para melhorar o
desempenho, que é configurar o sistema de arquivos como Servidor. Não
significa que seu PC vai operar como servidor, e sim que usará uma cache de
disco maior. Use Painel de Controle / Sistema / Desempenho / Sistema de arquivos
/ Disco rígido, e escolha a função da máquina como Servidor. Coloque para a
direita o controle de leitura antecipada. Para rodar o Scandisk e o
Desfragmentador, desative todos os demais programas (use control-alt-del e
Finalizar Tarefa). Certos programas que rodam em segundo plano podem realmente
causar a inicialização do Scandisk e do desfragmentador.
14) Melhorando a transferência de dados do disco rígido
Possuo um Dell Dimension 4100 (PIII - 800 Mhz - Chipset Intel 815E -
128Mb SDRAM 133Mhz), tenho instalado neste micro um Seagate Barracuda ATA II
(ST330630A) de 30GB, que supostamente, se não estou errado, deveria transferir
66MB /s. Este valor refere-se a transferência física? Caso afirmativo,
que configurações deveriam ser feitas para que se atingisse este valor? Se não,
qual deveria ser uma boa média de transferência para este disco? Levei cerca
de 6 minutos para mover um diretorio contendo 650MB.
Resposta:
650 MB em 6 minutos é o mesmo que 1,6 MB/s. Não deveria ser 66 MB/s? Não.
O desempenho de um disco rígido depende de três fatores:
a) Taxa de transferência externa, que no seu caso é mesmo de 66 MB/s, mas
precisa ser configurada no CMOS Setup e no Windows, caso contrário o disco irá
operar em PIO Mode 4, com apenas 16 MB/s. A configuração no CMOS Setup fica
normalmente em Peripheral Configuration, o item é “Primary Master PIO/DMA
Mode” ou similar. Use-o na opção AUTO. No Windows, entre no Gerenciador de
Dispositivos, Unidades de disco, selecione o disco e na guia Configurações
marque a opção DMA.
b) Taxa de transferência interna. Esta é mais importante que a externa, e em
geral é bem menor. Nos modelos mais modernos, ela gira em torno de 20 a 30
MB/s. A taxa efetiva é ligeiramente menor.
c) Tempo de acesso, que é o tempo médio de movimentação das cabeças de
leitura e gravação.
Não é possível ler um arquivo de 66 MB em um segundo, nem ler 650 MB em 10
segundos. A velocidade de leitura é mais próxima da taxa de transferência
interna, digamos que seja de 20 MB/s. A operação então deveria demorar cerca
de 30 segundos. Como foi feita a leitura e gravação dos dados, o tempo seria
duas vezes maior, em torno de 1 minuto. Entra em jogo então o tempo de acesso.
Para ler dados de uma área e gravar esses dados em outras áreas, o disco
realiza milhares de movimentos com as cabeças de leitura e gravação. Isto faz
com que o tempo total seja bem maior, chegando até mesmo aos 6 minutos que você
verificou.
15) Modos CHS e LBA
Boas... Meu nome e Elias e gostaria de saber como faco para retornar o meu
HD Fujitsu 9.3Gb no modo LBA (que se nao me engano, e o modo correto para hd de
alta capacidade), No momento uso em CHS, porque so assim ele fica com capacidade
de 9.3GB, se coloco pela bios modo LBA, so aparece 50% da capacidade. Ja
dei FDISK FAT 32, formatei, e o unico modo em que ele enxerga 9.3GB. 'e em
CHS.. OBS: so tenho uma particao do windows, mais nada.
Agradeco antecipadamente pela atencao............
Resposta:
Se o seu HD tem 9,3 GB e o modo CHS está reportando a capacidade correta,
sugiro que você deixe como está. Dependendo da idade do BIOS do seu
computador, o HD pode não ter sua capacidade corretamente reconhecida com o
modo LBA. Existem BIOS que têm limitação em 2 GB, outros em 4 GB, outros em 8
GB. Se o BIOS for mais recente que jan/1998, o HD seria totalmente reconhecido
através do modo LBA. Se for mais antigo, possivelmente só o modo CHS pode
funcionar. Não existe problema algum se você continuar usando o modo CHS, seja
de funcionamento, de reconhecimento da capacidade correta e de desempenho.
Apesar de eu não recomendar, o modo LBA no seu caso pode funcionar corretamente
se você fizer uma atualização do BIOS da placa de CPU. Esta operação
envolve um pequeno risco que não é compensado, já que o modo CHS está
funcionando perfeitamente.
16) HD com capacidade errada
Esta semana eu tive um problema que eu não consigo resolver. Precisei re
formatar meu HD, mas antes resolvi fazer fdisk, mas no momento em que estava
fazendo o mesmo reparei que meu HD de 8 G só tinha 2 G, executei este processo
mais de três vezes e continuava a mesma coisa. Observando o BIOS reparei
que o BIOS é que identificava o HD como 2 G .Eu gostaria de saber se existe no
BIOS a opção de identificação de HDs superior a 2 G ou se é defeito da
placa mãe. placa mãe - Soyo K7VTAB com Duron 750 e HD Maxtor de
8.4G
Resposta:
A placa K7VTAB reconhece discos com mais de 8 GB. Esta é a placa do meu
computador principal, e uso HDs de 30 GB e 40 GB. Habilite no CMOS Setup a opção
LBA e tente detectar novamente o HD. Se ainda tiver problemas, pode usar a opção
CHS, pois suporta discos com até 8 GB. Feito isso você deverá usar os
programas FDISK e FORMAT. Não tive problemas com esta placa, mas já vi alguns
modelos que não detectavam o HD corretamente mas aceitavam programação manual
(USER) de cilindros, cabeças e setores, permitindo instalar discos de maior
capacidade.
17) Upgrade de HD em IBM Aptiva
Tenho um Aptiva K66/133mhz no qual já instalei 48 mega de memória e mais
um disco de 7.8 giga (Quantun), este como "escravo" sendo que o
original que era um "top" em 1996 tem 1.2
giga. Este "vive" mandando mensagens de que está cheio, o que
é verdade. Pergunta: é possível formata-lo e restaurar o sistema no disco
"escravo"? Sobre troca de processador, já li tudo que tem sido
divulgado na seção, a necessidade da troca da placa mãe e outros ajustes.
Estou pensando, haja vista, que esta é uma máquina muito boa (até hoje não
viu um técnico), eu mesma fui fazendo o que ela pede - muitas vezes com o auxílio
do que leio nesta seção.
Resposta:
É perfeitamente possível trocar os discos de lugar. Primeiro será preciso
formatar o segundo HD e a seguir copiar para ele, todo o conteúdo do primeiro
HD. Existem alguns cuidados a serem tomados nesta cópia. Primeiramente é
preciso habilitar a exibição de todos os arquivos, senão a cópia será
incompleta. No Windows 95 e no 98, basta abrir uma janela qualquer e usar Exibir
/ Opções de pasta / Modo de exibição. Marque a opção “Mostrar todos os
arquivos” . No Windows ME este comando é encontrado no Painel de Controle.
Feito isso, marque todos os diretórios e arquivos do drive C, exceto o
\Windows. Use editar/copiar e no segundo disco rígido, use editar/colar. Depois
disso crie e abra uma pasta \Windows no segundo disco. Abra a pasta \Windows do
primeiro disco e marque todos os arquivos e pastas, exceto o WIN386.SWP. Use então
editar/copiar e editar colar sobre a pasta \Windows do segundo disco. A próxima
etapa consiste em trocar os discos de lugar. Será preciso alterar os jumpers
Master/Slave de ambos, e detectá-los novamente no CMOS Setup. Como esta detecção
nem sempre funciona bem nos PCs antigos, recomendo que você antes de tudo anote
os parâmetros de cada disco (cilindros, cabeças, setores e LBA) e confira se
estão iguais aos detectados. Se não estiverem, ajuste-os manualmente. O próximo
boot deve ser feito com o disquete de inicialização do Windows. Use o comando
SYS C: para gravar o setor de boot no disco rígido novo, que agora é o C. Use
o programa FDISK e comande a opção 2 – definir partição ativa. Depois
disso você poderá executar um boot com o novo disco rígido, agora operando
como C.
18) Formatação de HD
Gostaria de saber quantas vezes posso usar o FDISK no HD. Se pode ocorrer
algum problema se eu usar várias vezes ou se por exemplo acabasse a energia elétrica.
Ainda como é o funcionamento interno do mesmo.
Resposta:
Não existe limite para o número de vezes em que o FDISK é usado. Usar o
FDISK e o FORMAT são operações eletronicamente semelhantes à gravação,
portanto não têm efeito colateral algum. O que esses programas fazem é
realizar algumas gravações na trilha zero e em outras áreas do início do
disco. A própria formatação lógica não faz gravações na superfície de
dados, e sim, uma leitura em busca de setores defeituosos. O FORMAT grava apenas
o diretório raiz e o setor de boot, além de gravar os arquivos para o boot do
modo MS-DOS. Quanto à falta de energia elétrica, ela pode ocorrer a qualquer
instante e estragar algum setor do disco, o que não trará conseqüências mais
drásticas. Normalmente usar o Scandisk resolve o problema, simplesmente
marcando aquele cluster para que não seja mais usado. O perigo é quando falta
luz no exato instante em que estamos gravando a trilha zero. Se existir defeito
nesta área, o disco rígido poderá ficar inutilizado.
19) Mistura de ATA-100 e ATA-66
Olá, Tenho uma placa PC CHIPS M598 que diz suportar discos ATA 33/66 MB/s.
Pois bem, queria comprar um novo disco rígido para aumentar minha capacidade de
armazenamento. Se eu comprar um ATA-100, pensando em futuro upgrade da placa
mae, ele funcionará na minha placa atual? (Nao com o desmpenho 100, porem de
66?) Ou o melhor a se fazer é comprar mesmo um ATA 66? E outra: é muito
arriscado fazer upgrade de BIOS??
Resposta:
Seu novo disco rígido será ATA-100, enquanto a interface IDE da placa de
CPU será ATA-66. O cabo flat deve ser de 80 vias, típico do ATA-66 e ATA-100.
Prevalecerá portanto o modo ATA-66. O padrão ATA foi feito de forma a manter
compatibilidade com as velocidades menores, por isso o disco funcionará. Note
que dependendo do BIOS da sua placa de CPU, poderá ser necessário fazer um
upgrade de BIOS, para que sejam reconhecidos discos com mais de 32 GB. O upgrade
de BIOS é uma operação que normalmente não traz problemas, mas não isso não
é 100% garantido. Existem casos de usuários que fizeram upgrades de BIOS e
suas placas de CPU ficaram inacessíveis. Apesar de ser pouco prováveis, esses
casos acontecem. Para não correr o risco do upgrade, você pode instalar o
disco através do utilitário oferecido pelo fabricante, como o Disk Manager ou
similar. Ele torna possível o reconhecimento da capacidade total do disco sem a
necessidade de atualização de BIOS.
20) Capacidade do disco rígido
Eu possuo um HD Quantum Big Foot e outro dia depois de muito tempo quando eu
o tirei para passar para outro computador, percebi que ele poderia tambem ser
configurado tanto com 1.2 GB como 2.5 GB. Como posso proceder para transformá-lo
para 2.5 GB se toda hora que vou formatá-lo ele só mostra a opção 1.2 GB ?
Mesmo quando formatado pelo dos e com o fdisk ele volta a reconhece-lo somente
como 1.2 GB.
Obs: le-sê "C/H/S" e depois uns números e ai 2.5 GB. Onde posso
achar informações de HDs da Quantum.
Resposta:
Não é que o disco possa operar com 1,2 GB ou 2,5 GB. O que ocorre é que
muitos modelos podem ser configurados, através de jumpers, para operarem como
dois discos, cada um deles com a metade da capacidade total. Supondo que o seu
HD seja realmente de 2,5 GB, ele poderá ser configurado como um único drive de
2,5 GB ou como dois de 1,2 GB (valores aproximados). A configuração é feita
através de jumpers, e normalmente os fabricantes a oferecem para
compatibilidade com BIOS antigos que têm limitação quanto à capacidade máxima
de um HD. Quando foram lançados os modelos de 2,5 GB, muitos BIOS reconheciam
HDs de no máximo 2 GB, e por isso era oferecida esta opção. Você pode
configurar os jumpers do seu disco para que opere como uma única unidade de 2,5
GB, declarar seus parâmetros no CMOS Setup (pode usar as opções LBA ou CHS).
Note o seguinte: confirme no site da Quantum (www.quantum.com) se o seu disco
(veja o modelo indicado na carcaça) tem realmente 2,5 GB, e como é feita a
programação dos seus jumpers. Use então os programas FDISK e FORMAT para
inicializar o disco.
21) Deletando partição do Linux
Tenho um HD de 10 GB em meu micro, e há algum tempo atrás resolvi dividí-lo
para poder instalar o Linux (8GB para o Windows e 2GB para o Linux).
Assim, o disco rígido ficou com as unidades C: e D: e a unidade de
CD-ROM ficou com a unidade E. O problema aconteceu depois que um vírus entrou
no micro. Acabei perdendo a partição de 2GB (D:). Agora o meu computador acusa
apenas 8GB. Não sei como reverter essa situação. É possível recuperar a
partição perdida?
Resposta:
Existem várias formas de fazer isso. O ideal seria faze-lo sem perder os
dados do disco rígido. Depende do que este vírus fez na sua tabela de partições.
Você pode tentar executar o boot com um disquete e usar o programa FDISK.EXE
com a sintaxe “FDISK /MBR”. Faça um outro boot e use o FDISK para apagar a
partição estendida e a partição Não-DOS, na qual estava localizado o Linux.
Se você conseguir deletar essas partições e criar uma nova partição
estendida com 2 GB, terá recuperado o espaço perdido. Se ainda não conseguir
resultados, sugiro que faça um backup dos dados e formate o disco rígido.
Antes de fazer a formatação será preciso “zerar” os primeiros setores da
trilha zero, para ficar com o disco rígido na mesma situação de um novo, sem
partição alguma. Esta operação pode ser feita de várias formas, mas será
preciso empregar utilitários de terceiros. Um programa que pode zerar setores
é o Norton Diskedit, que faz parte do Norton Utilities. Selecione o disco rígido
físico use o comando Editar/Marcar para selecionar os primeiros setores do
disco (10 setores serão suficientes), depois use o comando Preencher. Indique o
valor 00 para ser usado no preenchimento. O trabalho de zerer o conteúdo do
disco rígido também pode ser feito por utilitários como o ZEREFILL, oferecido
pela Quantum (www.quantum.com). Normalmente
programas deste tipo funcionam apenas com discos rígidos de um fabricante específico.
Não podemos usar o ZEROFILL da Quantum em um disco rígido Seagate, por
exemplo. Será preciso obter o programa “zerador” no site do fabricante do
seu disco rígido.
Depois do preenchimento com zero, use os programas FDISK e
FORMAT para inicializar o disco rígido.

Norton
Disk Editor
Tome muito cuidado com os vírus. O processo de contaminação
mais usado é o envio de programas em anexos por e-mail. Não abra anexos de
mensagens recebidas de pessoas que você não conhece. Mesmo assim redobre os
cuidados. Existem vírus que ao contaminarem um computador, monitoram todos os
e-mails enviados. Sempre que um e-mail é enviado, eles transmitem outro para o
mesmo destinatário, normalmente sem mensagem, mas com um anexo, que é o
arquivo de contaminação.
22) Particionamento e as letras das unidades
Sei que isso é possivel, mas não lembro mais como:
particionei um HD (master) em dois. E tenho um HD (slave). O que resultou no
final foi que o C: é a primeira partição do Master D: é o slave E: é a
segunda partição do Master Queria inverter o D pelo E - como posso proceder?
Uso Win98SE, IDE-0 master (C e E) slave (D) IDE-1 master (CD Rom) slave (vazio)
Pentium MMX 166.
Resposta:
Quando temos dois discos rígidos instalados, as letras C e D são
designadas para as partições primárias de cada disco. As demais letras são
distribuídas primeiro entre os drives lógicos da partição estendida do
primeiro disco, depois entre os drives lógicos da partição estendida do
segundo disco. Para fazer com que o primeiro disco tenha os drives lógicos C e
D, e que o segundo disco tenha o drive lógico E, use o FDISK e crie apenas uma
partição estendida ocupando inteiramente o segundo disco, com o seu respectivo
drive lógico. Como este disco vai ficar sem partição primária, a distribuição
das letras vai ser exatamente a que você quer: primeiro HD com C e D, e segundo
HD com E.
23) Reconhecimento do modelo do HD
Gostaria de saber porque o Windows ME não reconhece meu HD como Quantum
Fireball LCT20 na janela "sistema" do painel de controle, e sim como
"generic disk type 47". Há perda de performance? Minha configuração:P3
733Mhz/FSB 133,Placa mãe Soyo 6VBA133, Video Viper 2/32Mb AGP 2x, 128Mb de
RAM,HD Quantum 30Gb/7200RPM,Modem USR 56K,CD Rom Creative 52X,monitor 17"
Samsung 753DF. Ja instalei todos os drivers da placa mãe (atualizados), chequei
as configurações possiveis,e nada!
Resposta:
Esta característica é comum a todos os discos rígidos, e a todas versões
do Windows. Assim como o Gerenciador de dispositivos não indica a marca e o
modelo das portas seriais, interface paralela e interface de drives, também não
indica a marca, modelo e capacidade do disco rígido. Normalmente os discos
aparecem na seção Unidades de disco, com nomes como “Generic IDE
drive type 47”. Também podemos encontrar indicações semelhantes, com
“type 46” e “type 80”. O fato de não ser feita indicação de
marca e modelo não influencia o desempenho. O importante é abrir o quadro de
propriedades do disco, aplicando-lhe um clique duplo no Gerenciador de
Dispositivos e na guia Configurações, marcar a opção DMA. Lembro que esta
configuração pode apresentar problemas em computadores antigos (anteriores a
1998). Em certos modelos, não totalmente compatíveis como DMA, erros e
travamentos podem ocorrer, e a configuração precisa ser desfeita, através da
restauração do registro (dê um boot no modo MS-DOS e use o programa
SCANREG.EXE). Lembro que os fabricantes devem entregar PCs novos com a DMA
configurado, caso contrário o desempenho será limitado ao PIO Mode 4, a 16,6
MB/s, ao invés dos padrões ATA-66 e ATA-100 (66 MB/s e 100 MB/s) disponíveis
nos discos rígidos modernos.

Unidades de disco são indicadas como genéricas
24) BIOS e capacidade do HD
Tenho um micro Pentium MMX 200 MHz com placa mãe ASUS VX97 e chipset Intel
430VX, que não aceitava instalação de HD com mais de 8GB. Assim, instalei na
configuração "master" um HD marca Quantum Fireball de 20 GB, com o
sw Ontrack - Disk Manager v. 9.50, que passou a ser reconhecido pela placa mãe.
Mas ficou extremamente lento o acesso ao HD, que desisti da configuração.
Instalei outro HD menor que 8GB como "master" e o micro voltou a ficar
rápido. Agora, como faço para instalar o HD de 20GB como "slave",
pois a placa mãe não está reconhecendo-o como "slave"? Já tentei
que fosse reconhecido como LBA, o que também não funcionou. Se reconhecesse,
poderia particioná-lo em 3 partições de 8 GB, que resolveria o problema. Como
resolver?
Resposta:
Apenas a partir de janeiro de 1998 os BIOS passaram a dar suporte a discos
com mais de 8 GB. A instalação de programas como o Disk Manager resolve o
problema, mas no seu caso resultou em redução de desempenho. A solução
definitiva no seu caso é a atualização do BIOS. Vá ao site da Asus
(www.asus.com) e faça o download da versão mais recente do BIOS para esta
placa. Se for posterior a janeiro de 1998, certamente dará suporte ao seu novo
HD. Faça download também do programa de gravação de BIOS. Se você estiver
usando uma versão do Windows a partir da 95B (OSR2), não será necessário
dividir o disco em unidades lógicas. Ele poderá ser inteiramente utilizado
como um único drive D, com 20 GB, mas para que seja reconhecido integralmente
é mesmo necessário utilizar a nova versão do BIOS para a sua placa.

Exemplo de programa de gravação de BIOS
25) Instalação de HD
Tenho um micro pentium mmx 233MHz, 32MB de memória, placa mãe PC-Chips
M571LMR onboard com windows 98, CD-Rom Creative Quadspeed, e tentei fazer um
upgrade de HD, o meu antigo é de 808MB, e comprei um HD Quantum 20.4GB ata100
lct20/7200. Retirei o HD antigo, tomando as precauções quanto as descargas elétricas,
e coloquei o novo, liguei o micro, acessei o setup e pedi o reconhecimento do
mesmo e este foi feito corretamente, salvei a nova configuração e quando o
micro reiniciou com o disquete de inicialização do windows98 para eu fazer a
partição e formatação, foi carregado o disco virtual do windows como C:\ e não
como D:\ , e aparece a seguinte mensagem : "A unidade C não esta
particionada ou foi particionada por um software de terceiros", e ainda
indica problema com FAT ou FAT32 e dá 3 causas possiveis, sendo que uma delas
é utilizar o FDISK para fazer a partição. Mas como vou particionar o HD se
nem consigo acessá-lo? Será que o HD veio com defeito ? Como posso resolver
este problema?
Resposta:
Note que o seu disco é reconhecido como um dispositivo de hardware, já que
foi detectado corretamente pelo CMOS Setup, mas ainda não é considerado um
componente reconhecido pelo sistema operacional, seja o Windows ou o MS-DOS.
Isto é comum quando o disco é novo, ou seja, ainda não foi particionado. Não
use ainda o disquete de instalação do Windows no seu modo padrão, e sim, faça
um boot limpo (tecle F8 e escolha a opção “Somente prompt do modo de segurança”)
e use o programa FDISK. O disco rígido será reconhecido, mas não ainda como
um drive C, e sim como um “Disco 1”, um componente de hardware. Use os
comandos usuais do FDISK para particionar o disco como um único drive C com 20
GB, ou se quiser pode dividi-lo em dois ou mais drives lógicos. Terminado o
particionamento, execute um novo boot limpo com disquete e use o programa
FORMAT, que fará a formatação lógica dos drives que você criou no disco rígido.
Agora sim você pode usar o boot normal com o disquete de instalação. Escolha
a opção “Boot com suporte a CD-ROM”. Use o CD-ROM de instalação do
Windows e siga em diante. Você encontrará em www.laercio.com.br um artigo que
ensina a utilizar o programa FDISK.

Tela principal do FDISK
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