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Configurando o Windows Parte 3/3

Autor: Laércio Vasconcelos
Data: 21/novembro/2007

Extraído do livro:
HARDWARE NA PRÁTICA, 2ª edição

Partes da tarefa de configuração do Windows são atualmente bem fáceis, sobretudo a instalação de drivers, feita de forma automática ou semi-automática pelo programa no CD que acompanha a placa mãe. Certas etapas entretanto requerem conhecimentos do usuário, para que sejam feitas da forma mais eficiente. Neste artigo mostramos um roteiro para fazer uma boa configuração e explicamos os conceitos técnicos envolvidos.

 

Monitor de hardware

Este é um recurso muito importante de todas as placas mãe modernas. Trata-se de um software que opera em conjunto com um chip existente na placa mãe (sensor) que checa continuamente temperaturas, voltagens e as rotações dos coolers. Em caso de problemas, o usuário é avisado imediatamente. Explicando melhor, as placas mãe modernas possuem:

a) Um chip que faz continuamente medidas de temperaturas do processador e do gabinete, voltagens da fonte de alimentação e rotações dos coolers do processador e do gabinete.

b) Um programa que permite acessar continuamente este chip. O programa avisará o usuário caso algum evento grave ocorra, como a elevação acentuada na temperatura do processador. Nesse caso, o programa pode até mesmo comandar um desligamento de emergência.

Monitor de hardware no CMOS Setup

Uma forma fácil de comprovar se uma placa mãe tem o recurso de monitoração do hardware é checando se no CMOS Setup existe algum comando que faz essas medições. Este comando, dependendo do Setup, pode ser Hardware monitor, ou PC Health Status, ou outro nome que sugira esta monitoração. No exemplo da figura 101, o comando é Power / Hardware monitor.
Figura 101 – Monitoração no Setup.

Neste exemplo vemos que alguns pontos críticos são checados:

Motherboard Temperature ou

System Temperature

Temperatura interna do gabinete. Esta temperatura precisa estar em limites aceitáveis, como mostraremos adiante. Caso contrário, todos os componentes internos do computador ficarão também muito quentes.
CPU Temperature Temperatura do processador. Cada modelo tem uma temperatura máxima suportada, indicada pelo fabricante. Em algumas placas existe também a medição da temperatura da ponte norte do chipset.
CPU Fan Speed Mede a velocidade de rotação (em RPM – rotações por minuto) do cooler do processador.
Chassis Fan Speed

System Fan Speed

Case Fan Speed

Medem as rotações dos demais coolers do computador, como os presentes no gabinete. A rotação só pode ser medida quando o cooler é ligado em um conector de 3 pinos na placa mãe. Coolers ligados diretamente na fonte de alimentação não têm sua rotação monitorada.
VCORE Voltage Voltagem do núcleo do processador. Cada modelo opera com sua própria voltagem. Todos os processadores modernos apresentam voltagens próximas de 1,5 volt.
+3,3V Voltage Mede a saída de 3,3 volts da fonte de alimentação.
+5V Voltage Mede a saída de 5 volts da fonte de alimentação.
+12V Voltage Mede a saída de 12 volts da fonte de alimentação.
Outras voltagens Em algumas placas são feitas outras medidas de voltagem, como a da bateria de lítio (3.0 volts), a tensão de standby (+5VSB) e as saídas de -5 e -12 volts da fonte de alimentação.

Monitoração de hardware dentro do Windows

No caso da placa mãe possuir o chip de monitoração (basta checar no CMOS Setup), podemos instalar o programa que faz esta monitoração dentro do Windows. Este programa é encontrado no CD-ROM que acompanha a placa mãe. Temos então que configurar o programa, indicando:

  • Temperatura máxima suportada pelo processador
  • Temperatura máxima suportada pelo interior do computador
  • Faixas de tolerância das tensões da fonte de alimentação
  • Valores limites mínimos para rotações dos ventiladores

Em caso de problemas (queda de voltagem, ventilador travando, temperatura alta), o programa avisará o usuário e poderá até comandar o desligamento do micro.

Figura 102

Core Center – exemplo de programa de monitoração de hardware que acompanha as placas da MSI.

Cada placa mãe tem seu próprio programa monitor de hardware. Este programa é encontrado no CD que acompanha a placa mãe, ou no site do fabricante (Support / Download / Utilities). Alguns exemplos de programas:

  • Asus PC Probe
  • MSI Core Center
  • ABIT EQ
  • Intel Active Monitor

Esses programas têm visuais diferentes, mas todos têm o mesmo objetivo. Monitoram constantemente voltagens, temperaturas e rotações de ventiladores. Em caso de problemas, avisam imediatamente ao usuário.

Voltagens da fonte de alimentação

Ao configurar as tolerâncias das voltagens no programa monitor de hardware, use as mais recentes especificações para fontes ATX, mostradas na tabela abaixo:

5% para as saídas de +12V, +5V, +3,3V e +5VSB.
10% para -12V e -5V (note que as mais novas já não usam -5V).

A tolerância de +12V pode ser de 10% quando opera com carga máxima (por exemplo, processador 100% ocupado), mas o ideal é ficar dentro da faixa de 5%.
Figura 103 – Faixas de voltagens e tolerância de uma fonte ATX versão 2.2.

As saídas de +5V e +3,3V devem ficar rigorosamente dentro da tolerância de 5%. Não podem ficar fora da faixa, em hipótese alguma. As saídas de -5V e -12V podem ficar em uma faixa de tolerância de 10%. A saída de +12V sempre pode ficar na faixa de tolerância de 10%, mas as mais recentes especificações ATX já recomendam uma tolerância de 5%. Pode chegar a 10% apenas quando o processador está operando em plena carga, por exemplo, executando um programa de compressão de vídeo. Se as saídas de +5V ou +3,3V ficarem fora da faixa de tolerância (por exemplo, +5V abaixo de 4,75 volts, ou + 3,3V abaixo de 3,14 volts), é recomendável trocar a fonte por uma mais potente e, de preferência, de melhor qualidade. O computador poderá travar aleatoriamente por culpa da fonte.

Se as fontes de -5V ou -12V ficarem fora de faixa, você não precisa se alarmar. Praticamente nenhuma placa moderna usa essas voltagens. Apenas a tensão de 12V negativos pode ser usada por algumas placas de som, modems e interfaces seriais. Ainda assim, essas placas podem funcionar com tensões menores.

Já a fonte de +12V, se ficar abaixo de 11,4 volts, mas o processador não travar, pode mantê-la. Mas se ocorrerem travamentos e sua placa mãe possuir o conector ATX de 12 volts (indica que alimenta o processador), é melhor trocar por uma fonte melhor ou mais potente.

Temperatura máxima do processador

Programas de monitoração de hardware medem, entre outras coisas, a temperatura máxima do processador. Quando esta temperatura é atingida, em geral o programa monitor de hardware desligará o computador automaticamente para evitar o superaquecimento.

A maioria dos processadores modernos (Core 2 Duo, Pentium 4, Celeron, Pentium D, Athlon 64, Sempron, etc.) suportam temperaturas de até cerca de 70°C. Alguns modelos suportam um pouco mais, outros suportam um pouco menos.

Processadores Athlon, Duron, Athlon XP e Sempron (Socket A) podem suportar 75°C, 80°C, 85°C, 90°C, 95°C ou 100°C, dependendo do modelo. Para esses processadores, é recomendável não usar o limite máximo. Mantenha um valor 10°C abaixo do indicado.

Você pode descobrir o valor exato da temperatura máxima suportada por qualquer processador Intel. Basta ir ao endereço:

http://processorfinder.intel.com

Selecione então o seu processador e velocidade. Serão apresentadas fichas detalhadas. Se preferir, pode digitar diretamente o s-Spec number, que é um código de 5 dígitos na forma SXXXX, estampado na face superior do processador.

Por exemplo, vemos na parte direita da figura 104 as inscrições em um Pentium 4, cujo s-Spec number é SL7PW. Com essa informação em mãos, e utilizando à página citada, descobrimos que este modelo suporta até 67,7°C.

Figura 104

Informações obtidas a partir do S-Spec number.

 

Para processadores da família Athlon 64, podemos identificar a temperatura máxima especificada indo diretamente à página de especificações técnicas da AMD:

www.amdcompare.com

Já os processadores para Socket A (Athlon, Duron, Athlon XP e Sempron) requerem que seja lida uma inscrição em sua face superior. Configure seu programa monitor com uma temperatura de processador 10°C abaixo daquela anunciada pelo fabricante. No exemplo da figura 105, o código do processador é AXDA2600DKV3C.

Figura 105

Código identificador de um Athlon XP.

A antepenúltima letra (terceira de trás para frente) é o indicador de temperatura. No nosso exemplo: AXDA2600DKV3C. Use a tabela:

Código Temperatura
R 70°C
Y 75°C
V 85°C
T 90°C
S 95°C
Q 100°C

É desaconselhável deixar o processador chegar a temperaturas muito altas. Programe limites de 70 ou 75 graus para os processadores especificados para esses limites (códigos R e Y). Para os demais modelos, use um limite mais baixo, como 75 ou 80 graus. Note que os limites configurados acima devem ser atingidos apenas quando o processador está com sua carga máxima de trabalho. Quando o processador está ocioso, sua temperatura normalmente fica um pouco acima de 50 graus.

Processadores da família Athlon 64 também têm um indicador de temperatura, dado por uma letra, porém esta varia de acordo com o modelo. O mais fácil é identificar o número que indica o tamanho da cache, que normalmente é o antepenúltimo caractere. A letra anterior a esse número é o indicador de temperatura. Por exemplo, suponha que um Athlon 64 tenha o código ADA3200AEP5AP. O “5” indica o tamanho da cache L2 (5 indica 1 MB). Logo o “P” é o indicador de temperatura. Use a tabela abaixo:

Código Temperatura
I 63°C
K 65°C
O 69°C
P 70°C
A Variável

Você pode tomar como base a tabela oficial da AMD para processadores da família Athlon 64. O código “A” indica valores que variam de acordo com o modelo. Nesse caso será preciso confirmar a temperatura em www.amdcompare.com.

Rotações de coolers

Os programas de monitoração de hardware fazem a checagem das rotações de coolers. Se o cooler apresentar defeito (parar de girar, ou reduzir a rotação), o usuário será avisado imediatamente. Se for o cooler do processador, poderá comandar o desligamento automático do computador.

Programe o limite de rotação como a metade da rotação normal do cooler. Digamos por exemplo que em uso normal o cooler do processador gira a 4000 RPM (medidos pelo programa). Configure o programa para dar o alarme quando esta rotação chegar a 2000 RPM.

Quando uma tomada de ventilador na placa mãe não for usada, será indicada como 0 RPM (isto é comum, por exemplo, quando ligamos um cooler de gabinete diretamente na fonte de alimentação, e não na placa mãe). O programa poderá soar o alarme continuamente, indicando esta rotação de 0 RPM. Se uma das conexões de coolers na placa mãe ficou sem uso, mas mesmo assim está sendo monitorada pelo programa, configure-a com limite de 0 RPM, ou então desative a sua monitoração para que não soe mais o alarme.

Temperatura do sistema

Os programas de monitoramento de hardware medem a temperatura interna do gabinete, normalmente chamada de system temperature ou motherboard temperature. Quanto mais quente está o gabinete, mais quente ficará o processador. Tradicionalmente, os fabricantes de processadores têm especificado uma temperatura máxima de 42°C para o interior do gabinete. Este limite pode ser usado para a maioria dos computadores.

Tanto a Intel quanto a AMD têm especificado limites de temperatura mais baixos para micros com seus novos processadores. De um modo geral, processadores muito velozes, como os acima de 3 GHz (no caso dos Athlons, modelos acima de 3000+) exigem que o gabinete esteja no máximo a 39°C. Se o gabinete ficar mais quente que isso, não significa que o computador vai superaquecer, mas que será mais difícil manter o processador em uma temperatura segura, quando este operar com carga de trabalho máxima. Simplificando bastante, configure o programa assim:

  • Máximo de 42°C, para processadores até 3 GHz.
  • Máximo de 39°C, para processadores a partir de 3 GHz, inclusive.

Driver do processador Athlon 64

O driver do processador é responsável pelo uso de diversos dos seus recursos, como o controle de velocidade e o Gerenciamento de energia. Em geral, o Windows reconhece corretamente os processadores e usa seus drivers nativos. Entretanto, se o CD-ROM da placa mãe apresentar um driver para o processador, devemos instalá-lo. Este é o caso do processador Athlon 64.

Gerenciamento de disco (XP/2000)

O Gerenciamento de disco é um comando que realiza o particionamento e a formatação de discos, trabalho que no Windows 98/ME era feito pelos programas FDISK e FORMAT. Outros recursos também estão disponíveis, como a troca da letra de uma unidade. Podemos chegar ao Gerenciamento de disco de duas formas:

1) Clique em Meu computador com o botão direito e no menu apresentado escolha a opção Gerenciar. Clique então em Gerenciamento de disco.

2) No Painel de controle, clique em Ferramentas administrativas, Gerenciamento do computador e finalmente em Gerenciamento de disco.

Criando novas partições

Digamos que durante a instalação do Windows XP em um disco de 149 GB (equivalente a cerca de 160 bilhões de bytes) tenhamos criado apenas uma partição (drive C) com 72 GB. Não criamos partições no espaço restante, e vamos fazê-lo agora com o Gerenciamento de disco (figura 106).

Figura 106

Foi criada apenas uma partição.

Um disco rígido pode ter no máximo quatro partições. Podem ser quatro primárias, ou então três primárias e uma estendida. Seja como for, podemos ter no máximo uma partição estendida e, no total, até quatro partições. Uma partição primária é vista pelo sistema como uma unidade de disco. Uma partição estendida pode ser subdividida em diversos discos lógicos.

Figura 107

Para criar uma partição.

Para criar uma partição no espaço não particionado, basta clicá-lo com o botão direito do mouse (figura 107) e, no menu apresentado, escolher a opção Nova partição. Será executado então o Assistente para novas partições. Indicamos o tipo de partição a ser criada (primária), e a seguir será perguntado seu tamanho (figura 108).

Figura 108

Indicando o tamanho da partição.

No exemplo criaremos uma partição com 50.000 MB. O quadro seguinte permite escolher a letra a ser usada. Podemos escolher uma outra letra nesse momento e alterá-la depois, usando o próprio Gerenciamento de disco. O próximo quadro (figura 109) terá mais algumas opções de formatação que explicaremos mais adiante. Usaremos as opções padrão.

Figura 109

Opções de formatação.

O Assistente para novas partições será finalizado e começará a formatação da partição criada. Note na figura 110, que esta partição ocupa a letra D. A formatação está em andamento, e demorará vários minutos, dependendo da capacidade do disco. É recomendável que você aguarde o término da formatação antes de criar outras partições.

 
Figura 110 – Formatação em andamento.   Figura 111 – Comando de formatação.

Como vimos, uma partição primária pode ser formatada logo após sua criação, mas podemos também formatá-la posteriormente. Basta clicar na partição desejada com o botão direito do mouse, e escolher a opção Formato no menu. Será apresentado um quadro onde informaremos as opções de formatação (figura 111). No quadro de formatação podemos escolher:

Rótulo do volume:
É o nome com o qual o disco aparecerá no Windows.

Sistema de arquivos:
NTFS ou FAT32. No Windows XP devemos usar preferencialmente o sistema NTFS. Podemos usar FAT32, por exemplo, quando vamos instalar o Windows 98/ME no mesmo computador que o Windows XP, e queremos que esta partição seja acessada pelo Windows 98/ME.

Tamanho da unidade de alocação:
Indica o tamanho do bloco (cluster) para armazenamento de dados no disco. Recomendamos manter a opção padrão.

Executar uma formatação rápida:
A partição será formatada sem verificação. Este método é rápido, mas se o disco tiver defeitos (bad blocks), o usuário não saberá. Recomendamos que seja usada a formatação normal. Então deixe esse item desmarcado.

Ativar compactação de arquivos e pastas:
Permite criar uma unidade compactada. A partição inteira irá se comportar como um grande arquivo ZIP. Sua capacidade aumentará mas o acesso será mais lento.

Figura 112

O disco ficou ao todo com três partições primárias.

Criamos mais uma partição primária ocupando o espaço restante do disco, que ficou como mostrado na figura 112.

Alterando as letras

Através do Gerenciamento de disco podemos alterar o nome e a letra usada por cada unidade. Também podemos trocar as letras das unidades de CD e DVD. Essas alterações devem ser feitas quando o Windows está recém-instalado, pois programas já instalados poderão deixar de funcionar corretamente depois que as letras são trocadas.

 
Figura 113 – Comando para alterar letra.   Figura 114 – Clique em Alterar.

Para alterar uma letra, basta clicar na unidade ou partição correspondente com o botão direito do mouse e, no menu apresentado, escolher “Alterar letra de unidade e caminho” (figura 113). Será apresentado outro quadro (figura 114) onde devemos clicar em Alterar. O quadro seguinte (figura 115) permite fazer a escolha da nova letra a ser utilizada.

 
Figura 115 – Escolhendo outra letra.   Figura 116 – Aviso sobre a troca de letras: programas poderão deixar de funcionar.

O Gerenciamento de disco lembra (figura 116) que programas já instalados poderão deixar de funcionar após a troca de letras. Por exemplo, se você instalar um software em D:\Arquivos de programas, e alterar a letra D para F, os links para este programa não estarão mais funcionando. Em alguns casos é preciso reinstalar os programas afetados. Se a unidade cuja letra foi trocada não tem programas instalados, mas apenas dados, a alteração em geral não irá afetar a funcionalidade. Seja como for, alterar letras de unidades recém-criadas, que ainda não possuem programas instalados, é sempre uma operação segura.

Criando uma partição estendida

Um disco pode ter no máximo quatro partições. Podem ser por exemplo, quatro partições primárias, que serão vistas pelo sistema como quatro unidades de disco. Se quisermos dividir o disco em mais de quatro unidades, teremos que criar uma partição estendida. A partição estendida pode ser dividida em quantas unidades quisermos. Um disco pode ter, no máximo, uma partição estendida. Nesse caso, poderíamos ter até três partições primárias.

Figura 117

Criando uma partição estendida.

Para criar uma partição estendida, usamos o comando Nova partição (figura 117). Indicamos a seguir que queremos criar uma partição estendida. O próximo quadro (figura 118) perguntará o tamanho da partição. O tamanho já é preenchido no quadro com todo o espaço restante disponível no disco. Para que a partição estendida ocupe todo o espaço restante disponível, basta clicar em Avançar.

Figura 118

Indicando o tamanho da partição estendida.

Estará então criada a partição estendida, que será mostrada no layout do disco pelo Gerenciamento de disco (figura 119). O próximo passo é criar unidades lógicas dentro da partição estendida. Basta clicar na partição com o botão direito e, no menu apresentado, escolher “Nova unidade lógica” (figura 120).

 
Figura 119 – A partição estendida foi criada.   Figura 120 – Para criar uma unidade lógica na partição estendida.

É então executado o Assistente para novas partições, exatamente da mesma forma como ocorre na criação de uma partição primária. Será perguntado o tamanho da unidade lógica. Podemos criar uma só unidade lógica ocupando toda a partição estendida, mas o normal quando usamos uma partição estendida, é dividi-la em duas ou mais unidades (se não fosse assim, não precisaríamos ter criado uma estendida, poderíamos ter criado uma primária). No nosso exemplo, criaremos a primeira unidade lógica com 20.000 MB (figura 121).

Figura 121

Indicando o tamanho da unidade lógica.

O Assistente apresentará os mesmos quadros usados quando criamos uma partição primária. Será perguntada a letra a ser usada e a seguir, as opções de formatação, exatamente como já mostramos na figura 109. A unidade lógica dentro da partição estendida será criada e formatada. Ao término da formatação, a unidade terá a indicação “Íntegro” (figura 122).

 
Figura 122 – Unidade lógica D criada e formatada.   Figura 123 – Na partição estendida foram criadas quatro unidades lógicas.

Podemos repetir o processo para criar outras unidades lógicas na partição estendida. No nosso exemplo (figura 123) criamos ao todo quatro unidades lógicas. Note que usamos rótulos para essas unidades na ocasião da sua formatação. O uso de rótulos é recomendável, para facilitar sua identificação.

As unidades criadas estão prontas para uso. Podemos fechar o Gerenciamento de disco. A janela Meu computador já mostrará todas as unidades criadas.

OBS: No Windows 98/ME, isto é feito com os programas FDISK e FORMAT. Note que o FDISK permite criar no máximo uma partição primária e uma estendida.

Instalando um segundo disco rígido

Quando instalamos um segundo disco rígido no computador, usamos o Gerenciamento de disco para inicializar, particionar e formatar este novo disco. A conexão física do segundo disco rígido já foi apresentada no capítulo 5. Podemos ligar o segundo disco no mesmo cabo, junto com o primeiro, ou ligá-lo em outra interface IDE, com outro cabo. Também podem ser usados discos SATA. Seja como for, o Gerenciamento de disco irá indicar esse novo disco como um segundo no sistema.

Figura 124

Dois discos IDE rígidos ligados ao mesmo cabo flat.

Na figura 125 vemos que os dois discos, cada um com 149 GB, são indicados no Gerenciamento de disco como “Disco 0” e “Disco 1”.

Figura 125

O novo disco é indicado como “Disco 1”.

Se o novo disco for indicado como “Não inicializado”, com um símbolo de “contramão”, basta clicá-lo com o botão direito e no menu escolher a opção “Inicializar disco” (figura 126).

 
Figura 126 – Para inicializar o novo disco.   Figura 127 – Confirmando a inicialização do disco.

Basta então marcar o novo disco (Disco 1) e clicar em OK (figura 127). O disco será agora indicado como “On-line” e estará pronto para ser particionado (figura 128). Um outro método mais simples, que dispensa esse procedimento, é simplesmente reiniciar o computador.

 
Figura 128 – O novo disco já pode ser particionado.   Figura 129 – Foram criadas duas partições primárias.

A partir de agora usamos, no novo disco, os comandos já ensinados para criar partições e formatá-las. No nosso exemplo (figura 129) criamos duas partições primárias no novo disco, que está agora particionado e com suas unidades formatadas. Essas unidades receberam, no nosso exemplo, as letras H e I, e já aparecem normalmente na janela Meu computador. O novo disco está pronto para uso.

OBS: Para fazer trabalho semelhante no Windows 98/ME, usamos os programas FDISK e FORMAT. No FDISK, seu menu principal terá uma quinta opção, que é “selecionar disco”. Selecionamos então o disco 2 e criamos as partições normalmente. Antes de formatar as unidades, use o comando DIR para checar se você está formatando a unidade correta.

Note que dessa forma, o novo disco é um adicional, e o disco antigo continua sendo o disco de sistema. Se quiséssemos que esse novo disco passasse a ser o disco de sistema, o trabalho seria maior. Seria preciso, antes de mais nada, indicar no CMOS Setup que este é o disco de sistema (normalmente isso é feito no menu BOOT). Depois seria preciso instalar o sistema operacional nesse novo disco, bem como os drivers e programas. Um outro método mais avançado seria “clonar” o conteúdo do disco antigo sobre o disco novo, usando programas como o Norton Ghost ou o Drive Image. Este método é realmente o mais rápido e fácil.

Configurando um micro com o Windows 98

Raramente alguém que monta um micro moderno hoje, usa o Windows 98. Mas ainda existe público para este sistema, principalmente em micros antigos. Não é recomendável usar o Windows XP em um micro antigo, pois o sistema é muito pesado para estes micros. Existe ainda o problema da inexistência de drivers de Windows XP para muitas placas antigas.

Muitas das configurações do Windows 98 são parecidas com as do Windows XP. Neste exercício faremos uma configuração completa, passo a passo, mas não usaremos uma placa mãe tão antiga. Nossa configuração de hardware será:

  • Processador Athlon XP 2400
  • Placa mãe MSI K7N2 Delta
  • Placa de vídeo com chip Nvidia GeForce2 MX400
  • Placa de som Sound Blaster Audigy
  • Placa de rede D-Link 530TX
  • Placa fax/modem US Robotics modelo 2977

Identificação das placas e download dos drivers

Aproveitaremos este exercício para mostrar outros dois assuntos importantes:

a) Como identificar placas desconhecidas?
Use programas de identificação de hardware, como EVEREST e HWiNFO32, já citados anteriormente. Eles identificam a marca e o modelo de cada placa.

b) Como obter os drivers dessas placas?
Sabendo a marca e o modelo das placas, fica fácil ir ao site do fabricante para fazer o download dos drivers. O programa EVEREST facilita ainda mais este trabalho, pois apresenta links para os sites dos fabricantes.

Quando o fabricante da placa não existe mais, você pode obter drivers em bibliotecas de drivers como, por exemplo, o Driver Guide (www.driverguide.com). É preciso fazer um registro no site para poder baixar drivers.

O Gerenciador de dispositivos do Windows 98 (figura 130) mostra que existem vários dispositivos de hardware sem seus drivers instalados:

 

  • Placa de vídeo
  • Interfaces USB
  • Placa de som
  • Placa de modem
  • Placa de rede

É preciso começar instalando o chipset da placa mãe. O problema é quando não temos os CDs dessas placas (no caso dos micros antigos).

Figura 130

Gerenciador de dispositivos do Windows 98.

Aproveitamos a ocasião para ensinar como identificar placas desconhecidas e obter seus drivers. Podemos descobrir essas informações com os programas identificadores, como o HWiNFO32 e o EVEREST (anteriormente chamado de AIDA32). É claro que, se estivermos configurando um computador novo, não precisaremos ter esse trabalho. Basta usar os CDs e disquetes de instalação fornecidos juntamente com as placas.

Figura 131

O programa EVEREST.

(www.lavalys.com)

O programa EVEREST identifica todas as placas do computador e apresenta links para os sites de seus fabricantes. Assim fica mais fácil fazer o download dos drivers. O EVEREST pode ser obtido no site: http://www.lavalys.com.

Execute o EVEREST e clique em Dispositivos de hardware e Barramento PCI. O painel direito mostrará a lista das placas instaladas. Clicando em Computador e Sumário teremos links para os fabricantes das placas.

O HWiNFO32 é outro programa identificador de hardware, bastante popular. O site do seu fabricante é: http://www.hwinfo.com.

Tome cuidado, pois existem duas versões, sendo uma para DOS e outra para Windows. Neste exemplo estamos usando a versão para Windows (HWiNFO32). A versão para DOS funciona a partir de disquete, e deve ser usada quando estamos identificando as placas de um micro que ainda não tem Windows instalado.

Clicando em SUMMARY no HWiNFO32 temos um resumo da configuração de placas do computador (figura 132).

Figura 132

Sumário apresentado pelo HWiNFO32.

www.hwinfo.com

 

Também podemos obter informações detalhadas sobre as placas percorrendo a lista de hardware do HWiNFO32 (figura 133). Observe a indicação da marca (MSI) e modelo (MS-6570) da placa mãe e do chipset (nVidia nForce2 Ultra 400).

Uma vez tendo identificado todas as placas, seja com o EVEREST (mais fácil, porque indica os links), seja com o HWiNFO32, vamos aos sites dos fabricantes para fazer o download. Como o computador que estamos configurando normalmente ainda não tem acesso à Internet funcionando, podemos obter os drivers usando um outro computador que já esteja operacional. Depois de fazer o download dos drivers, gravamos todos eles em um CD e o levamos ao computador que está sendo configurado.

Figura 133

Identificando a placa mãe e o chipset com o HWiNFO32.

Alguns drivers são oferecidos em pacotes ZIP. No computador com Windows 98, precisamos instalar o programa WINZIP ou equivalente para abrir esses arquivos. Neste exemplo, suponha que usamos um micro com o Windows XP para fazer o download de todos os drivers, que foram colocados em uma pasta. Aproveitamos então para descomprimir todos os drivers que foram obtidos no formato ZIP no próprio Windows XP, sem necessidade de instalar programa algum para isso (figura 134).
Figura 134 – Aproveite para descomprimir os drivers que vieram “zipados”.

Instalação dos drivers do chipset

Copiamos todos os drivers obtidos para um CD, e os transferimos para o computador que estamos configurando. No nosso exemplo, colocamos todos os drivers na pasta DRIVERS MICRO01 98, na área de trabalho. Vamos começar com a instalação dos drivers do chipset. Basta clicar em seu executável. É preciso reiniciar o computador após cada instalação de driver.

Figura 135

Comece instalado os drivers do chipset.

Instalação dos drivers de vídeo

Depois de reiniciar o computador, instalemos os drivers da placa de vídeo. Da mesma forma, basta clicar em seu executável. Estamos usando uma placa com chip nVidia GeForce 2 MX400. A nVidia normalmente fornece um pacote unificado de drivers, que servem para vários modelos de seus chips gráficos.

Note que em alguns casos, a instalação deve ser feita pelo modo manual, através do Gerenciador de dispositivos. Mais adiante, mostraremos exemplos de instalações de drivers por esta modalidade.

Figura 136

Instalação dos drivers da placa de vídeo.

Depois que instalarmos os drivers de vídeo, ficarão disponíveis as configurações de número de cores (16 cores, 256 cores, 16 bits e 32 bits) e de resoluções acima de 640×480 (figura 137).

Figura 137

Configurações de vídeo disponíveis depois que seus drivers estão instalados.

Driver da placa de som

No nosso exemplo estamos usando uma placa de som Sound Blaster Audigy. A instalação de seus drivers também é fácil. Basta clicar em seu executável. Quando o fabricante fornece um executável ou um programa SETUP.EXE, a instalação é feita assim. Quando não existe um executável, a instalação deve ser feita pelo modo manual, através do Gerenciador de dispositivos, como mostraremos mais adiante.

Figura 138

Instalação mais fácil: basta clicar no executável.

Depois de executar o pacote de instalação de drivers de som, o Windows passará a detectar automaticamente os componentes da placa de som (figura 139). Em muitos casos será preciso reiniciar o computador para que esses itens sejam detectados.

Figura 139

Dispositivos da placa de som sendo detectados.

A figura 140 mostra que agora a placa de som aparece corretamente no Gerenciador de dispositivos. Vemos que a placa é composta por três módulos (Audigy Gameport, Joystick Emulation e SB Audigy).

 
Figura 140 – A placa de som consta corretamente no Gerenciador de dispositivos. Figura 141 – Configurações de som no Painel de controle.

Terminada a instalação dos drivers de som, temos que fazer mais alguns pequenos ajustes. Usamos o comando Multimídia, no Painel de controle, para habilitar o ícone do alto-falante na barra de tarefas e definir a configuração de alto-falantes. Esta configuração pode ser feita muitas vezes por um utilitário que é instalado junto com os drivers da placa de som. Quando não existe tal utilitário, podemos fazer a configuração pelo Painel de controle.

Usando o comando Multimídia no Painel de controle (figura 141), marcamos a opção “Mostrar o controle de volume na barra de tarefas”. Isto fará com que seja exibido o ícone do alto-falante na barra de tarefas, ao lado do relógio. Sob o item Reprodução, clicamos agora em Propriedades Avançadas.

Figura 142

Configurações de alto-falante.

Será apresentado um quadro onde podemos escolher o tipo de alto-falantes instalados no sistema. O padrão são alto-falantes estéreo, mas podemos aqui configurar opções mais avançadas, como quadrifônicos e 5.1.

Instalação dos drivers de USB 2.0

Normalmente os fabricantes não fornecem um programa para instalar drivers de interfaces USB. Fornecem apenas os drivers propriamente ditos. Nesses casos a instalação é feita manualmente, através do Gerenciador de dispositivos.

Se você instalar o Windows 98 em um computador anterior a 2002, não precisará se preocupar com os drivers das interfaces USB. Placas mãe anteriores a essa data têm interfaces USB 1.1, para as quais o Windows 98 tem drivers nativos. Se a placa mãe for mais nova, de 2003 em diante (aproximadamente), então suas interfaces USB são da versão 2.0, portanto o Windows 98 não as “reconhecerá”. Nesse caso será preciso obter seus drivers, como faremos nesta seção.

Note, no exemplo da figura 143, que entre os drivers de USB 2.0 não existe um programa SETUP.EXE. Existem apenas arquivos SYS e INF. Isto significa que a instalação deve ser feita pelo Gerenciador de dispositivos.

Figura 143

Drivers para USB 2.0. Onde está o SETUP.EXE?

No Gerenciador de dispositivos (figura 144), clique na interface (PCI Universal Serial Bus) com o botão direito do mouse e, no menu apresentado, escolha a opção Propriedades. No quadro apresentado (figura 145), clique em Reinstalar driver.

 
Figura 144 – Para instalar drivers manualmente, pelo Gerenciador de dispositivos. Figura 145 – Reinstalar driver.

Será executado então o Assistente para atualização de driver (figura 146). Esse tipo de assistente também é usado para outros dispositivos de hardware (placa de vídeo, placa de som, placa de rede, etc) que necessitem de instalação manual.

Figura 146

Assistente para atualização de driver.

O assistente apresenta duas opções. Ambas pode ser usadas, pois dão acesso ao botão Com disco. Usaremos a segunda opção (Exiba uma lista…) e será apresentado um quadro com uma lista de tipos de hardware (placas de vídeo, placas de som, etc.). Escolhemos a opção “Outros dispositivos”. No quadro seguinte, clique no botão “Com disco”. Podemos agora indicar a pasta na qual estão os drivers que vão ser instalados.

Um quadro perguntará a pasta na qual estão os drivers. Podemos clicar no botão Procurar para indicar a pasta. No nosso exemplo, os drivers estão na pasta “Drivers micro01 98”, na área de trabalho. Como a área de trabalho do Windows é na verdade a pasta C:\Windows\Desktop, nela encontraremos a pasta onde estão os drivers.

O assistente mostrará, entre os drivers encontrados, os que são compatíveis com o hardware em questão. Em alguns casos são encontrados dois ou mais drivers compatíveis (figura 147). Se isso ocorrer, escolha o mais recente. Se ambos tiverem a mesma data, provavelmente são iguais, pode escolher qualquer um.

Figura 147

Drivers localizados.

Depois que escolhemos o driver que vai ser instalado, o assistente informa que será feita sua instalação. Depois de alguns segundos, a instalação estará concluída (figura 148). Em alguns casos o assistente pede ainda que seja colocado o CD-ROM de instalação do Windows 98 (ou Millennium). Se você tiver instalado o Windows como ensinamos no capítulo 12, fazendo uma cópia para o disco rígido, não será preciso fornecer o CD-ROM nessa hora.

Figura 148

Instalação concluida com sucesso.

Confirme no último quadro do assistente (figura 148), que a instalação foi feita com sucesso. Voltando ao Gerenciador de dispositivos, vemos que agora que as interfaces USB não constam mais como um ponto de interrogação (figura 149). Aplicando um clique duplo em cada interface USB, veremos que será indicado: “Esse dispositivo está funcionando corretamente”.

Figura 149

As interfaces USB não indicam mais falta de drivers.

Instalação dos drivers da placa de rede

O programa dfe530tx_driver_10152001.exe faz a instalação dos drivers da placa do nosso exemplo. Ao ser executado (figura 150) fará a descompactação dos arquivos na pasta C:\WINDOWS\TEMP. Basta clicar em Unzip. Entretanto não é uma boa idéia descompactar arquivos nessa pasta, pois lá existem normalmente milhares de arquivos, você terá dificuldades para localizar os drivers de rede. Em casos como esse é melhor criar uma pasta só para a instalação. Criamos então uma pasta REDE no drive C, e preenchemos C:\REDE (figura 150).

Figura 150

Os drivers serão descompactados.

Terminada a descompactação, vamos até a pasta onde estão os arquivos. Devemos procurar um programa SETUP.EXE, que fará a instalação dos drivers (figura 151).

Figura 151

Drivers de rede foram descompactados.

Vemos que nesse exemplo não existe um programa SETUP.EXE, mas podemos ver diversas pastas, uma para cada sistema operacional. Na pasta WIN98 encontramos somente os arquivos de extensão SYS e DLL, mas nenhum programa executável de instalação. Isso significa que a instalação deve ser feita manualmente, através do Gerenciador de dispositivos.

Para fazer a instalação manual, acessamos o quadro de propriedades da placa de rede no Gerenciador de dispositivos (figura 152). Note que a placa consta como “PCI Ethernet Controller”, ou seja, uma placa de rede sem driver instalado.

Figura 152

A placa de rede no Gerenciador de dispositivos.

Clicamos então em Driver e Atualizar driver. Será aberto o assistente de atualização de hardware. Selecione a opção “Escolha um driver melhor…” e no quadro seguinte escolha “Adaptadores de rede”. Será apresentada a lista de marcas e modelos (figura 153). Clique no botão “Com disco”. Será preciso indicar a pasta onde estão os drivers (C:\REDE\WIN98). Os drivers serão então instalados.

Figura 153

Lista de marcas e modelos de placas de rede.

No caso específico de placas de rede, será pedida a colocação do CD-ROM de instalação do Windows 98 para que sejam instalados também, componentes necessários ao funcionamento da rede. Se você copiou o conteúdo do CD do Windows 98 antes da instalação, bastará indicar a pasta C:\WIN98. Ao término da instalação, o assistente indicará:

O Windows terminou de instalar o driver para o seu dispositivo de hardware

É preciso reiniciar o computador. Uma vez reiniciado podemos constatar, no Gerenciador de dispositivos, que a placa de rede está com seus drivers instalados (figura 154).

Figura 154

A placa de rede está corretamente instalada.

Instalação do driver do modem

Na figura 154 vemos que o único dispositivo que ainda não tem driver instalado é o “PCI Serial Controller”, ou seja, o modem. Entre seus drivers, já descompactados, encontramos um programa SETUP. Podemos usá-lo para fazer a instalação dos drivers.

Em muitos casos, mesmo existindo um programa de instalação, o método manual, através do Gerenciador de dispositivos, continua sendo válido. Terminada a instalação, vemos que agora todas as placas estão com seus drivers instalados (figura 155).

Figura 155

Todas as placas estão com seus drivers instalados.

Aprofundamento na Internet

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