|
DICAS E MACETES Autor: Laércio Vasconcelos |
Recomende este artigo a
um amigo. |
|
|
|
|
Copyright (C) Laércio Vasconcelos Computação Nenhuma parte deste site pode ser reproduzida sem o consentimento do autor. Apenas usuários individuais estão autorizados a fazer download ou listar as páginas e figuras para estudo e uso próprio e individual, sem fins comerciais. |
|
Desligando
ou reiniciando com um clique
Para comandar um desligamento
é preciso aplicar três cliques: Iniciar / Desligar o computador / Desativar.
Para reiniciar também são três cliques. Podemos criar um atalho para o
programa SHUTDOWN.EXE, que acompanha o Windows XP, e fazer o desligamento ou
reiniciar o computador usando um único clique. Para isso basta criar um atalho
para o programa SHUTDOWN.EXE com os parâmetros apropriados.
Clique na área de trabalho
com o botão direito do mouse e escolha no menu a opção Novo / Atalho. No
quadro apresentado (figura 57), digite a linha de comando:
shutdown -s -t 0

Figura 57 - Criando atalho para desligar o computador.
Clicando em Avançar, será
pedido um nome para este atalho. Você pode chamá-lo por exemplo de DESLIGAR.
Agora quando quiser desligar o computador basta clicar nesse ícone.
Para criar um ícone que
reinicia o computador, o processo é semelhante, a diferença é na linha de
comando:
shutdown
-r -t 0
OBS: Você pode alterar o ícone
desses atalhos, como já ensinamos nesse capítulo. Procure ícones equivalentes
ao botão de desligamento ou outro ícone que sugira reiniciar.
Emuladores
de CD
Emuladores de CD são
programas que copiam o conteúdo de um CD ou DVD e criam um CD/DVD virtual,
armazenado no disco rígido. Esses programas “enganam” o Windows para que
“pense” que esta cópia é uma unidade de CD/DVD verdadeira. Usar esse
recurso traz várias vantagens. Para quem tem filhos pequenos, os CD originais
ficam livres de arranhões. Para quem tem filhos ainda menores, é reduzido o
risco de estragar CDs ou a unidade de CD/DVD durante o manuseio. Basta clicar em
um ícone e o CD/DVD virtual passará a funcionar. Para quem tem muito espaço
disponível no disco rígido, esses emuladores também são interessantes. O usuário
pode criar no disco rígido, imagens dos seus CDs mais usados e guardar os
originais.

Figura 9 - Exemplo de emulador de CD/DVD.
A figura 9 mostra um exemplo
típico de emulador de CD/DVD, o Paragon CD-ROM Emulator. Na parte esquerda são mostradas as unidades de
CD/DVD disponíveis. No nosso exemplo temos um drive F (real) e um drive H
virtual, criado pelo programa. Na parte direita estão as imagens feitas pelo
programa de CDs verdadeiros. Para executar um CD virtual basta arrastar seu ícone
para a unidade virtual.
Você encontrará em
www.download.com, www.shareware.com e outras bibliotecas de programas, vários
programas desse tipo. Especificamente no www.download.com, são apresentadas as
opiniões dos usuários a respeito de cada programa, junto com comentários.
Assim você poderá escolher o melhor programa. O Paragon CD-ROM Emulator foi um
dos programas que apresentou melhor resultado. Programas freeware também
existem, mas nem sempre a qualidade é boa, e nem sempre são tão fáceis de
usar.
Seja qual for o programa
emulador usado, é possível que ocorram alguns problemas. Jogos que possuem
proteção contra cópias podem não funcionar quando executados a partir de um
emulador de CDs. Os melhores emuladores fazem leitura física de todo o conteúdo
do CD, inclusive marcas ocultas usadas nos mecanismos de proteção contra cópias.
Emuladores mais simples podem simplesmente ler os arquivos e gerar uma imagem,
nesse caso o mecanismo de proteção contra cópias detectaria que não se trata
do CD original. Seja como for, você não tem nada a perder. Teste se cada jogo
funciona através do emulador de CD. Os que não funcionarem devem ser usados
com o CD verdadeiro.
Alguns jogos, mesmo quando
executados a partir dos seus CDs originais, checam se existe um emulador de CDs
instalado, e caso exista cancelam a sua execução. Isso é um erro do jogo,
pois não há nada de mal em existir um emulador de CDs instalado. Isso é uma
falha no mecanismo de proteção contra cópias, que não consegue perceber a
diferença entre o CD original e uma imagem usada a partir de um emulador.
Partem do princípio de que o fato de existir um emulador de CDs instalado
significa necessariamente que a cópia do jogo em uso é ilegal. Procure
atualizações do jogo no site do fabricante para resolver este problema.
Melhorando
a exibição de textos em LCD
É frustrante investir em um monitor LCD, o novo sonho de consumo dos usuários de micros, e observar imagens distorcidas, principalmente nos textos. Esse tipo de distorção é observado na terceira linha da figura 14.

Figura 14 - Efeitos visuais
nas telas de CRT e LCD.
O problema ocorre quando
usamos no monitor LCD, uma resolução diferente da nativa. A resolução nativa
está indicada no manual do monitor. Digamos que um monitor LCD tenha resolução
nativa de 1280x960 pixels. Nessa resolução, os caracteres apresentam melhor
qualidade (primeira linha da figura 14). Por acharem os caracteres e demais
elementos de imagem muito pequenos, muitos usuários configuram uma resolução
menor, como 1024x768. A segunda linha da figura 14 mostra o que ocorre quando
fazemos isso em um monitor CRT (convencional). Esses monitores não têm os
pixels estampados na tela. Os pixels da memória de vídeo são projetados
internamente na tela do monitor, e ocorre um efeito de “esticamento” da
imagem para que ocupe a tela inteira. A imagem acaba ficando um pouco embaçada,
mas não ao ponto de prejudicar a imagem. Esse embaçamento é benéfico,
funciona como uma espécie de suavização.
A terceira linha da figura 14
mostra o que ocorre quando configuramos a placa de vídeo para 1024x768 e o
monitor LCD tem resolução nativa de 1280x960. Existem os pixels “lógicos”
na memória de vídeo e os pixels “físicos” na superfície da tela LCD.
Como não há uma correspondência direta entre esses pixels, alguns deles são
esticados. Não é possível um “esticamento linear” desses pixels, e para
simular a resolução de 1024x768 em uma matriz de 1280x960, cada 4 pixels são
repetidos e um é dobrado. Como resultado, algumas linhas dos caracteres ficam
com espessura normal e outras ficam com espessura dobrada. O efeito é claro na
terceira linha da figura 14.
Quando configuramos a placa
de vídeo para operar com a mesma resolução nativa do monitor LCD, não ocorre
essa distorção, mas os caracteres ficam menores (primeira linha da figura 14).
A solução é manter a resolução em 1280x960 e configurar o vídeo para
operar com caracteres 25% maiores. Ao invés de formar caracteres em uma matriz
de 12x20 pixels, serão usados caracteres de 15x25 pixels. O resultado é o
mostrado na quarta linha da figura 14.
Para aumentar o tamanho dos
caracteres na tela, use o quadro de configurações de vídeo. Clique em
Configurações / Avançadas / Geral. No campo “Configuração de ppp”,
escolha “tamanho personalizado” e escolha 125%.
Note que mostramos os
resultados com 1280x960, mas o mesmo se aplica a outras resoluções. O
importante é que você precisa descobrir qual é a resolução nativa do
monitor LCD e configurá-la no Windows. Se as letras ficarem muito pequenas,
aumente seu tamanho em 20% ou 25% como ensinamos aqui.
Capturando
sons de programas e da Internet
Gravar sons é muito fácil
quando a fonte sonora corresponde a uma das entradas de áudio da placa de som.
Podemos gravar diretamente sons provenientes das entradas de microfone, Line-IN
e CD-IN usando programas de gravação como o Gravador
de som, que acompanha o Windows. Lembre-se que este programa tem uma limitação:
grava sons com no máximo 60 segundos. Isto não é problema, pois muitas placas
de som são acompanhadas de programas de gravação. Também podemos obter
programas de gravação gratuitamente na Internet. Vá a sites como
www.download.com e faça uma busca pela palavra RECORDER
no sistema Windows. A maioria dos programas apresentados funciona sem restrições
durante 30 dias, e precisa ser comprado para que continue a operar (são
programas de shareware). Muitos
produtores não bloqueiam o seu uso, apenas pedem educadamente que o usuário os
compre após o período de avaliação. Procurando mais atentamente poderemos
encontrar alguns programas de gravação que são totalmente gratuitos, ou seja,
freeware.
A gravação de sons é um
pouco mais difícil quando os sons não são provenientes das entradas sonoras,
e sim de programas. Por exemplo, como gravar os sons de uma estação de rádio,
reproduzidos pela Internet? Não existe no Internet Explorer, um comando para
gravar o som gerado. Felizmente podemos na maioria dos casos, fazer uma reprodução
e gravação simultâneas. Um programa de gravação de sons pode portanto
gravar sons que estão sendo reproduzidos pelo computador, como por exemplo, o
som de uma rádio via Internet.
Na figura 19 estamos
reproduzindo músicas com o Windows Media Player e ao mesmo tempo fazendo a sua
gravação com o programa Creative Recorder, que acompanha as placas Sound
Blaster.

Figura 19 -
Gravando os sons que o PC reproduz com o Creative Recorder.
Esse recurso tem muitas
aplicações. Digamos que você está estudando francês e quer fazer uma gravação
de voz nesse idioma para posteriormente gravar em um MP3 Player e ouvir durante
uma caminhada. Sintonize então uma estação de rádio da França como já
ensinamos nesse capítulo, e ao mesmo tempo execute um programa para fazer a sua
gravação. Periodicamente pressione STOP e feche o arquivo gravado. Ao usar
este método de gravação, temos que tomar alguns cuidados:
1) Escolher um formato de
gravação compatível com o do som que está sendo reproduzido. Por exemplo, a
maioria dos sons reproduzidos via Internet têm o formato mono, com 8 ou 16 bits
e 22 kHz. Ajuste o programa de gravação para operar no mesmo modo. Se for
apresentada uma mensagem de erro indicando que o formato é incompatível,
experimente outros formatos.
2) Nos programas de gravação
temos que indicar a fonte do sinal sonoro. Normalmente encontramos um comando Input
Source ou Record From onde podemos
fazer esta escolha. A fonte de entrada deve ser a saída da placa de som.
3) Preste atenção ao gravar
o arquivo resultante. Não vá se perder, observe a pasta onde o arquivo é
criado. Normalmente é preciso pressionar STOP para então fazer a gravação.
Escolha o formato MP3 para economizar espaço.
Melhorando
o desempenho da navegação
Quando acessamos uma página
da Internet pela primeira vez notamos que seu conteúdo é carregado lentamente,
principalmente as figuras. Se formos para outra página e voltarmos à anterior,
veremos que nessa segunda vez aquela página é carregada mais rapidamente. Isso
ocorre graças ao uso da pasta de Arquivos Temporários da Internet, que funciona como uma
“cache”, armazenando figuras e páginas para exibição posterior. Quando
acessamos uma página que foi recentemente acessada, é provável que seu conteúdo
ainda esteja na cache, e seu carregamento será mais rápido. Se ao voltar para
uma página recentemente acessada você notar demora no carregamento, então seu
navegador não está corretamente configurado. No Intenet Explorer usamos para
isso o comando:
Ferramentas / Opções da
Internet / Geral / Histórico de navegação / Configurações
Será apresentado o quadro da figura 30.

Figura 30 - Configurações
dos arquivos temporários da Internet.
O quadro oferece quatro níveis
de uso dessa “cache” de arquivos da Internet. Com a opção Nunca,
cada página será lida apenas uma vez. Da segunda vez em diante será usada
integralmente a cópia armazenada. Isso torna a navegação rápida, mas não irá
refletir as alterações feitas no site original depois que o primeiro acesso
foi feito. Esse método é ruim para visualizar páginas que mudam
constantemente. É preciso lembrar de clicar no botão Atualizar
para que seja feita uma nova leitura.
A opção “Sempre que eu
visitar a página da web” é a mais conservadora. A cache será pouco
utilizada, a navegação será mais demorada porque tudo é carregado novamente
a cada vez que a página é visitada.
A opção “Sempre que eu
iniciar o Internet Explorer” é a mais interessante. Quando acessamos pela
primeira vez uma página dentro de uma sessão do Internet Explorer, será
carregada integralmente. Quando acessamos essa página da segunda vez em diante,
dentro da mesma sessão, o carregamento será instantâneo.
Existe ainda a opção
“Automaticamente”, mas os resultados nem sempre são os esperados.
Recomendamos que seja usada a segunda opção dessa lista.
Limpeza
das cabeças de impressão
Quando uma impressora
apresenta linhas verticais falhadas, sobretudo em fotos, é possível que exista
entupimento na cabeça de impressão. Para evitar o problema, não deixe a
impressora muito tempo sem uso, como explicamos na dica anterior. Para
solucionar o problema, experimente fazer uma limpeza nas cabeças de impressão.
A maioria das impressoras possuem esse recurso, mas o comando para executá-lo
varia de um modelo para outro. Em alguns casos, é um programa de controle
instalado quando usamos o CD da impressora. Em outros casos faz parte de um
grupo de novos comandos adicionados quando o driver da impressora é instalado.
No exemplo da figura 10,
comandamos uma impressão e clicamos em Preferências. É apresentado o quadro de propriedades da
impressora, no qual clicamos na guia Manutenção.
Temos então acesso a vários comandos, entre eles a limpeza de cabeças.
Se a sua impressora não tem
um comando para limpeza de cabeças, existem algumas alternativas, nem sempre tão
eficientes. Verifique no manual da impressora se existe um comando chamado Auto
Teste. É um teste realizado quando a impressora é ligada com um ou dois
dos seus botões pressionados (consulte o manual). É gerada uma listagem com
uma página padrão definida pelo fabricante. Se não existe esse comando na sua
impressora, crie um texto com caracteres de diferentes cores. Se a cada linha
impressa as cores ficarem melhores, então a limpeza está dando certo. Muitas
vezes problemas de entupimento são causados pelo uso de tinta de má qualidade.

Figura 10 - Exemplo de
comando para limpar as cabeças de impressão.
Durabilidade
do HD - checando a temperatura
Um disco rígido pode
estragar, se operar durante muito tempo com temperatura elevada. A maioria dos
modelos suporta temperaturas máximas de 50 a 60 graus centígrados. Você pode
descobrir essa informação com relativa facilidade. Descubra a marca e o modelo
do seu disco rígido (por exemplo, consultando o Gerenciador de dispositivos). Vá
ao site do fabricante e procure o manual (data sheet) do seu disco rígido. Nele
você encontrará, entre outras informações, a temperatura máxima de operação
para o seu disco. No exemplo da figura 3, a temperatura máxima permitida é de
55oC (Operating Temperature).

Figura 3 - Trecho do manual de um disco rígido – este
modelo suporta operar com até 55 graus.
O próximo passo é medir a
temperatura do seu disco rígido. Existem vários programas no mercado que fazem
medidas de temperatura. Podemos indicar o HWINFO32, que é gratuito, encontrado
em www.hwinfo.com. Ao executar o programa, clique no botão Sensors.
No quadro apresentado, selecione a opção ATA Disk. Não esqueça de marcar a
opção de temperatura em graus Celsius. No exemplo da figura 4, vemos que
existem dois discos rígidos iguais. Ambos estão operando a 35oC.
Essa temperatura deve ser feita com o computador ligado há pelo menos 10
minutos.

Se a temperatura do disco rígido
estiver abaixo da indicada pelo fabricante, você pode ficar tranqüilo. Se não
quiser procurar o manual do seu disco rígido para saber a temperatura máxima
permitida, saiba que praticamente todos os modelos suportam pelo menos 50oC.
Se a temperatura medida do disco rígido estiver acima, ou apenas um pouco
abaixo da máxima suportada, é preciso tomar providências pare reduzir o seu
aquecimento.
Checando
a integridade de um CD/DVD

Figura 13 - Checando a
integridade de um CD ou DVD.
Execute o Nero CD-DVD Speed e
selecione a guia ScanDisc. Clique em
Start para começar o teste. Todos os dados do CD ou DVD serão lidos. Um mapa
apresenta as áreas lidas, com destaque para aquelas com erro. É mostrada ainda
a lista de todos os arquivos, seus tamanhos e destaque para os que têm parte
ocupada pelos setores defeituosos.
Desativando
o compartilhamento simples
Se você precisa compartilhar arquivos em um computador com o Windows XP (operaria então como servidor), então não pode desativar o compartilhamento de arquivos. Isso não chega a ser um perigo, pois quando um computador opera como servidor, o acesso é feito mediante o fornecimento de um nome e senha. Algum usuário da rede que tenha intenção de “invadir” o seu computador precisaria ter o nome e senha para acesso. O grande problema aqui é que o Windows XP, como padrão, usa o chamado “Compartilhamento simples”. Nesse tipo de compartilhamento, indicamos no servidor que queremos compartilhar uma pasta, e automaticamente todos os usuários da rede passam a ter acesso, pois o Windows XP não pede senha alguma. Para que o Windows XP passe a solicitar nome e senha para acesso a uma pasta compartilhada, devemos desativar o “Compartilhamento simples”. Isso é feito com o comando Opções de pasta no Painel de controle. Clique então na guia Modo de exibição (figura 4) e desmarque a opção “Usar compartilhamento simples de arquivo”. A Microsoft chama essa opção de “recomendável” porque seu uso é muito fácil, o usuário consegue compartilhar pastas sem conhecer comandos básicos de rede.

Figura 4 - Desativando o
compartilhamento simples de arquivos.
Quando desativamos o compartilhamento simples, o computador passa a ficar mais seguro, mas a operação de compartilhamento é um pouco mais difícil. A primeira coisa a fazer é criar uma conta de usuário no painel de controle, e configurar uma senha para essa conta.

Figura 5 - Quadro de
compartilhamento de pastas, quando estamos com o compartilhamento
simples desativado.

Figura 6 - Definindo as permissões de acesso a uma pasta
que está sendo compartilhada.
Para compartilhar uma pasta,
usamos o método usual: clicar na pasta com o botão direito do mouse e no menu
apresentado escolher a opção “Compartilhamento e segurança”. A diferença
agora é que o quadro de compartilhamento tem um botão Permissões, com o qual
indicamos os usuários que terão acesso a essa pasta (figura 5). Clicando em Permissões,
é apresentado um segundo quadro com uma lista de usuários que poderão ter
acesso à pasta compartilhada. Devemos remover o grupo Todos (a menos que nossa intenção é deixar todos os usuários da
rede terem acesso à pasta) e clicar em Adicionar.
Será então apresentado um quadro para indicarmos o nome do usuário que terá
acesso à pasta. Usamos um dos usuários com conta previamente cadastrada no
Painel de controle.
Quando um usuário da rede
“enxergar” este computador e clicar na pasta, será apresentado um quadro
para preenchimento de nome e senha. Somente quem sabe essas informações poderá
ter acesso à pasta.
Unidade
de CD externa USB
Em alguns casos pode ser conveniente ter uma unidade de DVD externa. Digamos por exemplo que você comprou um excelente notebook há pouco tempo, mas por razões financeiras optou por um modelo mais barato, com unidade de CD, e não de DVD. Se for comprar uma unidade de DVD externa do próprio fabricante do notebook, você vai pagar muito caro. Uma solução que serve tanto para desktops quanto para notebooks é comprar um “case para CD/DVD”, encontrado com facilidade no mercado brasileiro, por preços abaixo de 100 reais. A figura 4 mostra um exemplo desse tipo de dispositivo. Basta instalar no seu interior, qualquer unidade de CD ou DVD IDE.

Figura 4 - Exemplo de caixa
para unidade de CD/DVD externa.
É preciso comprar o case e
uma unidade de DVD qualquer. Devido aos preços baixos, você comprará um
gravador de DVDs, certamente. Somando o preço do gravador e do case externo,
você gastará em torno de 200 reais ao todo.
As conexões entre o case
externo e o computador são feitas por USB 2.0 ou Firewire (IEEE-1394). O CD de
driver que acompanha o produto permite que o Windows reconheça a unidade de
CD/DVD externa. Programas de gravação comuns como o Nero passarão a acessar
normalmente o CD ou DVD externo.
É bom lembrar que existem
também cases externos para HD, com tamanho menor (3½”). O case externo para
CD/DVD também suporta HDs IDE, mas para ficar com um produto mais compacto, é
recomendável usar para HD, um case de 3 ½”. Existem modelos para discos IDE,
outros para discos SATA. As conexões com o computador podem ser USB, Firewire e
mais recentemente, as do tipo e-SATA (Serial ATA externo).
Leitor de
código de barras
Leitores de códigos de barras são usados em automação comercial. Para um computador de um setor de pagamentos de uma empresa, mesmo de pequeno porte, vale a pena instalar um leitor simples, como o da figura 9. Existem modelos USB e modelos PS/2, que devem ser ligados diretamente na interface de teclado. Nesse caso vêm com um adaptador para que seja possível ligar o teclado e o leitor de códigos na mesma porta.

Figura 9 - Leitor de código
de barras.
Seja qual for o modelo, os
leitores de códigos de barras são vistos pelo Windows como um teclado. Assim
que fazem uma leitura, transmitem os caracteres para o computador, como se
estivessem sendo digitados no teclado. Para quem faz muitos pagamentos de conta
via Internet, com a digitação de intermináveis seqüências de números, usar
um leitor desses é uma boa opção. Procure por um modelo capaz de ler boletos,
é preciso ter uma largura apropriada. Existem ainda modelos compactos que são
como canetas. Basta passar a ponta pelo código de barras para fazer a leitura.
Formatos
JPG, GIF, TIF e PNG
O formato de uma imagem deve ser escolhido de acordo com a aplicação. Para fotografias, o formato ideal é o JPG, mas para aquelas que vão ser trabalhadas, o ideal é usar TIF. Na Internet é comum encontrar imagens em formato GIF para representar desenhos, gráficos e diagramas. Não armazene desenhos, gráficos e diagramas em JPG. Esse formato introduz distorções para representar esse tipo de figura. Apenas para fotografias a sua distorção é imperceptível. A figura 8 mostra um exemplo do que ocorre com esse tipo de imagem quando armazenada em formato JPG.

Figura 8 - Exemplo de
imagem que perde muita qualidade ao ser representada em JPG.
Podemos reduzir a distorção
quando escolhemos um fator de compressão menor ao salvar uma imagem em JPG. Por
outro lado, a imagem fica muito grande. Imagens em GIF não apresentam esse
problema, mas apresentam outro: representam apenas 256 cores, portanto não são
boas para armazenar imagens que misturam fotos com áreas de texto como as da
figura 8. Imagens em formato TIF são boas para representar ambos os tipos de
imagem, mas resultam em arquivos muito grandes e não são suportadas pelos
navegadores de Internet, o que é ruim se o seu objetivo é criar figuras para
um site.
A solução para o problema
é optar pelo formato PNG (Portable Network Graphics), que é compatível com os
navegadores de Internet e é suportado por todos os programas gráficos
modernos. O formato PNG resulta em imagens compactas e representa bem
fotografias e elementos como o da figura 8.
Desempenho
e memória
Um computador pode estar
lento por falta de memória. Para confirmar isso, pressione Control-Alt-Del. Será
executado o Gerenciador de tarefas. Clique então na guia Desempenho
(figura 7). Verifique a indicação em “Memória física – Disponível”.
No exemplo da figura 7, vemos que o computador tem um total de 1.048.032 kB de
memória, e que estão livres 650.304 kB. Nesse caso, mas de 60% da memória do
computador está livre. Esse com certeza não é um caso de falta de memória.

Figura 7 - Checando a quantidade de memória livre.
O computador terá menos memória
livre disponível à medida em que são executados vários programas
simultaneamente. Se em um determinado instante você perceber lentidão, execute
o Gerenciador de tarefas e cheque o quadro Desempenho.
Se a quantidade de memória disponível atingir um valor baixo, significa que a
culpa da lentidão é falta de memória.

Figura 8 - Ordenando os programas por uso da memória.
Se o computador tem pouca memória,
digamos 256 MB, ficará claro que realmente é uma quantidade pequena, e que
essa é a causa da lentidão. Por outro lado, se um micro tem 512 MB ou mais,
você poderá ficar espantado, achando que deveria existir bastante memória
livre. É possível que algum programa esteja utilizando muita memória. O
problema é comum quando usamos muitos programas ao mesmo tempo. Para saber a
quantidade de memória utilizada por cada programa, clique na guia Processos
do Gerenciador de tarefas (figura 8).
A seguir clique no título da coluna Uso da memória, e os programas serão
ordenados de acordo com a quantidade de memória que utilizam. Entre os
programas que usam mais memória, descubra se algum deles está sendo usado sem
necessidade. Você pode ter aberto um programa e esquecido de fechá-lo. Se
realmente todos os programas em uso que consomem muita memória são necessários,
então é preciso fazer uma expansão de memória.
Habilitando
e desabilitando a tecla WINDOWS
Quem gosta de jogos muitas
vezes passa por um problema incômodo: ao usar as teclas Control e Alt, acabem
sem querer esbarrando na tecla Windows. Isso faz o jogo parar, e é exibido o
menu Iniciar. Em alguns casos o jogo trava, e mesmo que não trave, é
suficiente para perder o controle do jogo por um ou dois segundos. O usuário
acaba levando um soco ou tiro (em jogos de luta / guerra) ou então batendo com
o seu carro (em jogos de corrida). Alguns jogos desativam automaticamente a
tecla Windows para que isso não aconteça, mas a maioria não. Uma solução
interessante é desativar a tecla Windows antes do jogo. Terminando o jogo, você
pode ativá-la novamente. Não é preciso alterar o registro cada vez que você
vai jogar, a alteração pode ser automatizada em um arquivo REG.
Entre no REGEDIT e abra a
chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Keyboard
Layout
Crie um valor binário de
nome Scancode Map. Altere o valor dessa variável para:
00 00 00 00 00 00 00 00 03
00 00 00 00 00 5B E0 00 00 5C E0 00 00 00 00
Ficará como mostra a figura
10. Essa alteração desativa ambas as teclas Windows do teclado (esquerda e
direita). Será preciso fechar o REGEDIT, fazer logoff e logon novamente. A
tecla Windows ficará inoperante. Entretanto, antes de fechar o REGEDIT, exporte
a chave Keyboard Layout para que essa desativação seja automatizada. Na figura
10, clique com Keyboard Layout com o botão direito do mouse e no menu
apresentado escolha a opção Exportar. Digite um nome sugestivo, como Desativa
tecla Windows. Futuramente bastará clicar nesse arquivo REG para desativar
a tecla Windows. Ainda assim será preciso fazer logoff e logon novamente para
que a mudança tenha efeito.

Certamente você vai querer
ativar a tecla Windows novamente. Bastaria apagar o item Scancode Map, sair do
REGEDIT e fazer logoff/logon para reativar ambas as teclas Windows. O processo
pode entretanto ser automatizado. Altere o valor de Scancode Map para:
00 00 00 00 00 00 00 00 03
00 00 00 5B E0 5B E0 5C E0 5C E0 00 00 00 00
Exporte a chave Keyboard
Layout com um nome sugestivo, como Ativa a tecla Windows. Futuramente bastará clicar neste arquivo REG
e fazer logoff/logon para ter a tecla Windows funcionando novamente.
Etiqueta
lateral do disco rígido
Você com certeza não quer
estragar o disco rígido. No capítulo 7 já demos muitas dicas sobre como
manusear o disco rígido para não estragá-lo, devido à sua fragilidade. Aqui
vai mais uma dica para quem não quer estragar o seu HD: a maioria deles tem uma
pequena etiqueta metálica na sua parte lateral. Essa etiqueta fecha o
compartimento interno onde fica a mídia e o seu mecanismo. Na fábrica, todo o
ar é puxado do interior por esse orifício. O disco não fica hermeticamente
fechado porque existem entradas de ar com filtros. Mas esse orifício deve ser
mantido fechado por essa etiqueta de papel metalizado. Alguns usuários
acidentalmente rasgam essa etiqueta, estragando o disco rígido. Isso ocorre
quando inserem o disco no gabinete e a sua baia está muito apertada. Outras
vezes, ao aparafusar o disco rígido em uma posição errada, acabam rasgando a
etiqueta com o parafuso. Cuidado com a etiqueta !!!!

Copiando
imagens de um arquivo DOC
Arquivos de imagens podem ser
inseridos em documentos do Word com o comando Inserir / Figura / Do arquivo.
Podemos selecionar então qualquer tipo de arquivo gráfico, com formatos JPG,
BMP, TIF, GIF, PNG, PCX, etc. Para extrair uma imagem de dentro de um arquivo
DOC, bastava selecionar a imagem com o mouse e usar o comando Editar / Copiar.
Depois era preciso ir a um programa gráfico qualquer e usar o comando Editar /
Colar. O arquivo de imagem criado dessa forma era idêntico ao que foi
originalmente inserido no arquivo DOC.
Infelizmente esse processo não
funciona mais nas versões do Word a partir do Office 2000, ou seja, é uma técnica
do século passado. Se tentarmos fazer o mesmo com versões atuais do Word, a
imagem colada terá baixa qualidade, com resolução menor. Existe entretanto
uma forma simples para recuperar imagens que estão dentro de documentos do Word
e de outros aplicativos do Microsoft Office, com a resolução original. Basta
usar o comando Salvar como, e na parte
inferior do quadro que será aberto, escolha o tipo de arquivo como “Página
Web HTML”. Escolha um nome qualquer para a página que será salva. Se for
escolhido o nome XXXX, será criado um arquivo de nome XXXX.htm e será criada
uma pasta no mesmo local, chamada também XXXX. Nessa pasta você encontrará
todos os arquivos gráficos que estavam embutidos no documento original (DOC).
Os arquivos salvos poderão ser dos tipos JPG ou PNG, mas estão com alta
qualidade gráfica. Para cada imagem, existe a versão integral e uma versão de
tamanho reduzido. Você pode descartar as versões reduzidas e ficar com as que
têm alta resolução.
Mapas na
Internet
Precisa de um mapa rodoviário
ou localizar uma determinada rua? Existem muitos sites com mapas na Internet,
inclusive com fotos de satélites. Um site interessante é o do IBGE
(www.ibge.gov.br). Lá existem mapas físicos e políticos da maioria dos
estados e regiões brasileiras. Procure e você encontrará, é claro que o
layout do site poderá mudar, mas provavelmente você chegará aos mapas
clicando em Cartografia / Mapemento geográfico / Produtos / Mapas estaduais e
regionais. Serão mostrados links para mapas físicos e políticos. Mapas físicos
incluem relevo e hidrografia. Mapas políticos mostram cidades, estados e as
estradas. Os mapas são arquivos PDF. Você pode imprimi-los por completo, ou
usar um zoom na parte que interessa. Para imprimir um trecho do mapa faça a sua
ampliação no Adobe Acrobat até a região desejada ser exibida como desejado.
Ao usar o comando Print do Adobe
Acrobat, no campo Print Range marque a
opção Current view.

Outro site de mapas muito útil
é o www.telelistas.net. São apresentados mapas de ruas de praticamente todas
as cidades brasileiras, bem como a visualização por satélite. Acessando o
site, clique em Mapas e Rotas. Indique o estado, a cidade, o bairro e a rua
desejada. Será apresentado um mapa como o da figura 7. Botões de navegação
permitem ampliar, reduzir e andar nas quatro direções. Através do uso da base
de mapas de satélite do Digital Globe, usado pelo Google Maps e Google Earth, o
site mostra também a fotografia da região feita com satélite. O nível de
detalhamento varia de acordo com a cidade. Algumas regiões distantes e cidades
pequenas têm fotos de satélite com resolução baixa, mas a tendência é que
todas as cidades tenham, aos poucos, seus mapas em alta resolução. Experimente
visualizar a sua própria casa ou prédio. Note que são fotografias de satélite
feitas há alguns meses atrás, e não imagens em tempo real (talvez em um
futuro próximo...).

Figura 7 - Mapa obtido com o Telelistas.

Figura 8 - Visão do satélite.
/// FIM ///
Copyright (C)
Laércio Vasconcelos Computação
Nenhuma parte deste site pode ser reproduzida sem o consentimento do autor.
Apenas
usuários individuais estão autorizados a fazer download ou listar as páginas
e figuras para
estudo e uso próprio e individual, sem fins comerciais.